Militares venezuelanos pedem asilo na embaixada do Brasil em Caracas
Presidente Jair Bolsonaro na cerimônia pelos 100 dias de governo, no Palácio do Planalto, em Brasília - 

Militares venezuelanos pediram nesta terça-feira (30) asilo na embaixada do Brasil em Caracas, durante a rebelião em apoio ao líder opositor Juan Guaidó para derrubar Nicolás Maduro – informou uma fonte da presidência brasileira, sem detalhar quantos, de que patente, ou se foram aceitos.

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Carvalhosa requer impeachment de Gilmar e pede que o povo pressione o Supremo
Carvalhosa denuncia que o Supremo procura esvaziar a Lava Jato
Julia Affonso - Estadão
O advogado Modesto Carvalhosa entregou nesta quinta-feira, 13, no Senado um pedido de impeachment contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, por crime de responsabilidade. O documento tem 150 páginas e anexos com outras 800 páginas. Após entregar o pedido na Casa Legislativa, o professor se reuniu com os senadores Lasier Martins (Podemos-RS) e Álvaro Dias (Podemos-PR) e como deputado Luiz Flávio Gomes (PSB-SP).

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Palocci é condenado na Lava Jato a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro
O juiz Sérgio Moro determinou o confisco de US$ 10,2 milhões e a interdição do ex-ministro de exercer cargo ou função pública pelo dobro da pena. Cabe recurso. Outras 12 pessoas foram condenadas.
Por Fernando Castro, Thais Kaniak e Amanda Polato, RPC Curitiba, G1 PR e G1 SP
26/06/2017 Ex-ministro Antonio Palocci foi preso em setembro de 2016 pela Operação Lava Jato (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters) Ex-ministro Antonio Palocci foi preso em setembro de 2016 pela Operação Lava Jato (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)
O juiz federal Sérgio Moro – responsável por ações da Lava Jato na primeira instância – condenou o ex-ministro Antonio Palocci (PT) a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outros 12 réus também foram condenados. Entre eles, está Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht{jcomments on}O juiz federal  Sérgio Moro  - responsável por ações  da Lava Jato na primeira instância - condenou o ex-ministro  Antônio Palocci (PT) a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes  de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
 

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Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
         É possível afirmar com toda convicção que a estratégia adotada no Brasil pelo Fórum de São Paulo, visando a implantação do regime comunista entre nós vem, não apenas, explorando as frustações da população com a crise sócio-econômica por  que passa o País, como também tem submetido a sociedade brasileira a uma progressiva e persistente atividade de guerra psicológica, apoiada em um planejamento e eficiente trabalho de massa, que visa, em síntese, a realizar transformações radicais nas estruturas vigentes e apresentar o socialismo como o único capaz de solucionar as contradições sócias entre nós.  Simultaneamente nossa sociedade passa por uma crise de identidade que destrói a família, os valores morais, sociais e cívicos, enquanto que os partidos políticos que estão no governo provocam frustações em todas as camadas além de descrença  generalizada nas elites políticas do País, consideradas incapazes, oportunistas, comprovadamente corruptas e alheias às verdadeiras aspirações do povo brasileiro, o que vem provocando o enfraquecimento da identidade nacional e levando a população a aceitar propostas radicais como solução de suas necessidades específicas. Enfim, tudo isso vem ocorrendo porque parte da nossa elite se cala, enquanto outra ignora ou até mesmo desconhece o valor dos vocábulos família, verdade, honradez, integridade de caráter, transcendência,, solidariedade, tolerância, espírito comunitário, urbanidade, patriotismo, respeito às Leis, acatamento à autoridade, civismo, consciência de poder, soberania popular e sua delegação.

 

 

Concordo com o comentário de um conhecido humorista, que tempos atrás declarou que “ sentia saudades dos ‘anos de chumbo’, uma vez que àquela época os terroristas brasileiros tão-somente pegavam em armas, pois não trabalhavam no governo”.

 

 

            Desde a algum tempo no governo, até mesmo antes da posse de Luís Inácio Lula da Silva, vários assassinos, sequestradores, terroristas, corruptos e até farsantes estão dando as cartas e fazendo a regra do jogo, desvirtuando uma anistia – idealizada como ampla geral e irrestrita - para privilegiar, com pecúnia e bajulação, duas gerações de comunistas criminosos que ensanguentaram o Brasil a soldo de ditaduras estrangeiras, sob a falácia de lutarem pela democracia. Já  em 1935 a primeira geração de assassinos vermelhos deu provas sobejas  o desamor  pelo Brasil e do fanatismo pelo qual exercia a sua opção política. Crueldade, frieza e barbárie foram a tônica de uma ação traiçoeira, pela qual mataram brasileiros fardados, no sombrio da noite, alguns inclusive dormindo, para intentarem contra o País. Nos anos sessenta e setenta a segunda geração prosseguiu na perfídia enlutando famílias e promovendo o terror, nos episódios que hoje ostentam como galardão de um combate à “ditadura dos generais”. Pelos “serviços prestados” estão sendo recompensados com generosas indenizações e pensões, com as quais aventureiros de alta estirpe sugam    os cofres públicos. Se ontem imolavam os brasileiros de bem, agora sangram os inocentes e impotentes contribuintes, na sanha do dinheiro e poder. No 27 de novembro -  Intentona Comunista; 31 de março- Contrarrevolução e 25 de agosto – Dia do Soldado, a mídia comprometida com as duas gerações citadas sempre faz juras de amor a essa camarilha, divulgando com ênfase inverdade, enquanto que o governo batia ruas e obras públicas com nomes de criminosos que ontem eram vultos por agirem encobertos pela sombra da criminalidade.(Continua)  

 

 

 

 

 

 
 
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Por Aluísio Madruga de Moura e Souza
         É possível afirmar com toda convicção que a estratégia adotada no Brasil pelo Fórum de São Paulo, visando a implantação do regime comunista entre nós vem, não apenas, explorando as frustações da população com a crise sócio-econômica por  que passa o País, como também tem submetido a sociedade brasileira a uma progressiva e persistente atividade de guerra psicológica, apoiada em um planejamento e eficiente trabalho de massa, que visa, em síntese, a realizar transformações radicais nas estruturas vigentes e apresentar o socialismo como o único capaz de solucionar as contradições sócias entre nós.  Simultaneamente nossa sociedade passa por uma crise de identidade que destrói a família, os valores morais, sociais e cívicos, enquanto que os partidos políticos que estão no governo provocam frustações em todas as camadas além de descrença  generalizada nas elites políticas do País, consideradas incapazes, oportunistas, comprovadamente corruptas e alheias às verdadeiras aspirações do povo brasileiro, o que vem provocando o enfraquecimento da identidade nacional e levando a população a aceitar propostas radicais como solução de suas necessidades específicas. Enfim, tudo isso vem ocorrendo porque parte da nossa elite se cala, enquanto outra ignora ou até mesmo desconhece o valor dos vocábulos família, verdade, honradez, integridade de caráter, transcendência,, solidariedade, tolerância, espírito comunitário, urbanidade, patriotismo, respeito às Leis, acatamento à autoridade, civismo, consciência de poder, soberania popular e sua delegação.

 

 

Concordo com o comentário de um conhecido humorista, que tempos atrás declarou que “ sentia saudades dos ‘anos de chumbo’, uma vez que àquela época os terroristas brasileiros tão-somente pegavam em armas, pois não trabalhavam no governo”.

 

 

            Desde a algum tempo no governo, até mesmo antes da posse de Luís Inácio Lula da Silva, vários assassinos, sequestradores, terroristas, corruptos e até farsantes estão dando as cartas e fazendo a regra do jogo, desvirtuando uma anistia – idealizada como ampla geral e irrestrita - para privilegiar, com pecúnia e bajulação, duas gerações de comunistas criminosos que ensanguentaram o Brasil a soldo de ditaduras estrangeiras, sob a falácia de lutarem pela democracia. Já  em 1935 a primeira geração de assassinos vermelhos deu provas sobejas  o desamor  pelo Brasil e do fanatismo pelo qual exercia a sua opção política. Crueldade, frieza e barbárie foram a tônica de uma ação traiçoeira, pela qual mataram brasileiros fardados, no sombrio da noite, alguns inclusive dormindo, para intentarem contra o País. Nos anos sessenta e setenta a segunda geração prosseguiu na perfídia enlutando famílias e promovendo o terror, nos episódios que hoje ostentam como galardão de um combate à “ditadura dos generais”. Pelos “serviços prestados” estão sendo recompensados com generosas indenizações e pensões, com as quais aventureiros de alta estirpe sugam    os cofres públicos. Se ontem imolavam os brasileiros de bem, agora sangram os inocentes e impotentes contribuintes, na sanha do dinheiro e poder. No 27 de novembro -  Intentona Comunista; 31 de março- Contrarrevolução e 25 de agosto – Dia do Soldado, a mídia comprometida com as duas gerações citadas sempre faz juras de amor a essa camarilha, divulgando com ênfase inverdade, enquanto que o governo batia ruas e obras públicas com nomes de criminosos que ontem eram vultos por agirem encobertos pela sombra da criminalidade.(Continua)  

 

 

 

 

 

 
 
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