Em 1985 o historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, um sério e isento estudioso do tema, é convidado a escrever sobre o Movimento Comunista Internacional e suas ramificações no Brasil, dando origem ao magnífico livro A Hidra Vermelha. O livro foi escrito com o objetivo único de servir de instrumento didático para uso exclusivo das Forças Armadas, ficando, por isso, desconhecido do grande público até os dias atuais. Após 31 anos o livro encontra-se tão atual quanto em sua época, com a dominação esquerdista em toda América Latina.

O livro abrange praticamente toda a gama de aspectos referentes ao Movimento Comunista Internacional e suas ramificações ao longo de 53 capítulos, o que torna impossível comentá-los com mais detalhes. Da história às organizações, da filosofia ao jornalismo. Serve como um vade-mécum apontando o caminho seguro para o leitor estudioso se aprofundar. Os leitores não se arrependerão de ler e manter como livro de consulta.

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por LEANDRO NARLOCH –VEJA – 11/05/2016

"O petismo não se faz só de tolos bem-intencionados. A Lava-Jato evidencia de forma cabal que mesmo a ideologia, nesses mais de 13 anos, serviu de cortina de fumaça para o maior assalto aos cofres públicos de que se tem notícia, atenção, no mundo! Estamos falando de ladrões!"Reinaldo Azevedo

Há presidentes que pegam o país na lama e o devolvem na lama. São os políticos medianos que abundam pela história. Há presidentes que pegam o país no atoleiro e o conduzem a estradas pavimentadas. São os heróis, os estadistas. E há o caso de Dilma Rousseff.

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O Globo – Elio Gáspari 15/05/16

Estava estranho aquele Lula logo atrás de Dilma Rousseff enquanto ela discursava para a militância petista. Ausente, cofiava o bigode, alisava a barba, enxugava o rosto e raramente olhava para ela. Aplaudiu poucas vezes e apressou-se com as palmas quando percebeu que Dilma concluiria. Era um momento penoso, fazia um calor de rachar e sua camisa estava ensopada, mas Lula é um profissional de palanque. Um simples gesto teria cortado esse constrangimento explícito.

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Eliane Cantanhêde - O ESTADÃO - 15/05

A marca “Ordem e Progresso” não apenas prestigia o lema positivista da bandeira brasileira como contém uma comparação entre o governo que entra e o governo que sai, por ora, temporariamente. A intenção de Michel Temer é dar “ordem” à bagunça na administração direta, nas estatais, nos fundos de pensão e nas agências, além de tomar medidas duras, mas necessárias, para interromper o ciclo de recessão e retomar um ritmo de “progresso”.

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Eu deveria estar contente. Afinal, desde o ano de 2002, quando se desenrolava a campanha eleitoral para a presidência da república, eu tentava mostrar às pessoas do meu relacionamento o erro que seria permitir a ascensão do Partido dos Trabalhadores, apoiado desde a primeira hora pelo Partido Comunista do Brasil, ao poder, com Lula. 

{jcomments off}Sentado à frente do meu computador despachava naquela oportunidade emails para a minha lista de correspondentes, na expectativa que lessem e encaminhassem para os seus endereços o que eu chamava de pílulas anti-Lula, nas quais alertava para as idiossincrasias do discurso do candidato, sua absoluta falta de preparo para o cargo o qual já tentara três vezes antes, bem como o que aquela coligação ideológica de esquerda trazia desde a criação do Foro de São Paulo.

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Editorial - O ESTADÃO - 13/05
Fiel seguidora de uma ideologia que faz da mentira descarada e renitente um meio “legítimo” para atingir os fins, Dilma Rousseff manteve-se coerente até o seu afastamento temporário da Presidência: continuou a agredir a inteligência dos homens de bem do País, oferecendo-lhes uma versão delinquente dos fatos, com o objetivo de passar à história como pobre vítima de uma tramoia golpista. Felizmente, tal versão só encontra guarida entre aqueles militantes sectários do lulopetismo ou os que estão desesperados ante a perspectiva de perderem sua boquinha – uma minoria insignificante. A maioria da população do País que trabalha e está cansada da malandragem retórica dos petistas quer apenas seguir adiante, deixando para trás o caos criado pelas fantasias do chefão Lula e de sua patética pupila.

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Elianme Cantanhêde - O ESTADÃO - 13/05/2016

Cumpriu-se a profecia de Eduardo Campos: Dilma Rousseff é a única presidente do Brasil contemporâneo a deixar o País pior, muito pior, do que encontrou. Michel Temer não assumiu interinamente “só” com o desafio de recuperar a confiança, reequilibrar as contas públicas e aquecer a economia de forma a acolher o máximo possível dos 11 milhões de desempregados – o que já é um trabalho hercúleo. Ele terá, também, de refazer o governo, desaparelhar o Estado e restaurar as instâncias de controle, como a inteligência e as agências reguladoras. A sensação é de terra arrasada.

{jcomments off}

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Com muito orgulho e reconhecimento encaminho o testemunho de uma mulher de fibra. Maria Joseita Brilhante Ustra, que lutou ao lado do seu marido, Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra continuando após o seu falecimento, sem esmorecimento, a luta pelo seu ideal, demonstrando a continuidade da sua dedicação no esclarecimento da verdade sufocada que há muitos anos vem sofrendo injustiças por parte de opositores que desvirtuaram, com mentiras, a verdade verdadeira empenhada na defesa da nossa Pátria.

TC Art Ref Mayrseu Cople Bahia

A caminhada dos manifestantes a favor do impeachment, que até então estavam concentrados no Parque da Cidade, começou mais tarde. Antes da descida, eles receberam a viúva do coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que foi chefe do DOI-Codi do II Exército, em São Paulo, órgão de repressão política durante a ditadura militar – citado pelo deputado Jair Bolsonaro (PSC-SP) na votação na Câmara.

Joselita se negou a falar com a imprensa, mas tirou fotos e distribuiu autógrafos no local. Ela esteve acompanhada de um grupo de paraquedistas do Rio de Janeiro, que se vestiam de preto e empunhavam uma bandeira do Brasil.

A viúva do coronel Brilhante Ustra, Joseita Brilhante Ustra, em acampamento em Brasília de defensores do impeachment (Foto: Ingrid Borges/G1){jcomments off}

 
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