Moniz Bandeira, preso após 31 de março, que escreveu o livro “O governo João Goulart”, e que com ele esteve um mês antes de sua morte, expõe em entrevista a Argemiro Ferreira aspectos interessantes. A suspeita de assassinato remonta ao dia imediato ao seu falecimento; agora é uma exploração do depoimento de um delinquente uruguaio, Mario Barreiro; o deputado Miro Teixeira não o convocou para depor por não ter credibilidade; não existe nenhuma prova, de que houve a Operação Escorpião; não é admissível apresentar como verdade uma versão que não pode ser comprovada por documentos ou outros depoimentos; Maria Tereza declarou que  “a autópsia só é feita quando existem dúvidas sobre a causa da morte. Não foi este o caso”, “Vi meu marido sofrendo o infarto”.
Como transcorridos quase 40 anos o assunto vira notícia do dia, manchete dos telejornais? É só espetáculo ou há segundas intenções?
Campanha eleitoral antecipada? Mais indenizações?

Observação do site www.averdadesufocada.com : Tentativa de incriminar e desacreditar as Forças Armadas, acusando algum  "bode expiatório" , o que é de praxe! 

Como as palavras mudam, de acordo com a conveniência! As vantagens aí são dos dois lados : O PT e sua candidata e os familiares. Já avisaram que o resultado dos exames irão para o exterior e vão demorar muito. Provavelmente o laudo será esquecido assim como as ossadas dos desaparecidos que estão há anos e anos em armários da Secretaria de Direitos Humanos Humanos e outras tantas na Unicamp, aguardando identificação - leia matéria no link abaixo:
http://www.averdadesufocada.com/index.php/vale-a-pena-ler-de-novo-especial-86/5729-3008-ossadas-esquecidas-

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