“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”

Gen Marco Antonio Felicio da Silva

Atual candidato à Presidência do Clube Militar
CHAPA TRADIÇÃO, COESÃO e AÇÃO 

Não bastassem os descalabros diários que ocorrem no País, causados por um governo inepto, ideologicamente na contramão da História, sem qualquer projeto de Nação, permeado pela corrupção e demagogia, ainda, criminosamente, impõe situação de extrema precariedade às Forças Armadas, submetidas a Ministro da Defesa de presença e ação inexpressivas. 
A nota enviada ao Congresso pelos comandantes militares, publicada nos jornais, mostra o atual quadro sombrio da Defesa Nacional, pois, os recursos que vêm sendo destinados à Defesa, nos últimos anos, não atendem sequer às atividades de custeio e muito menos aos projetos contidos na Estratégia Nacional de Defesa, criminosa irresponsabilidade, característica marcante dos governos petistas. Enfatizando tal precariedade, temos a previsão orçamentária para o próximo ano, pois, menor em cerca de 13.650 bilhões se comparada ao montante que seria necessário para satisfazer as necessidades mínimas das Forças, em 2014.

 

 

Assim, as ações concernentes à Defesa não se fazem, como necessário, presentes nas fronteiras terrestres, no espaço aéreo e tampouco no extenso litoral do País. Somos uma Nação indefesa, com interesses vitais e estratégicos sem poder militar que os defenda ou que respalde a nossa Diplomacia frente aos interesses das potências mundiais ou mesmo de alguns dos países periféricos. 

Qual a razão de, por ocasião da partilha dos royalties advindos da exploração do pré-sal, não ter sido levantada a hipótese, em meio à discussão inicial sobre a Estratégia Nacional de Defesa, da vinculação permanente de recursos, independentemente de orçamentos anuais, submissos a vontades e decisões de cunho político, para pesquisas e reaparelhamento das Forças Armadas como ocorre no Chile? 

Ao contrario da China e da Índia (que acaba de lançar nave espacial com destino a Marte), que avançam a passos largos como potências mundiais, apesar de problemas muito maiores que os nossos, pois, agravados por enormes populações, etnias diversas, antagonismos religiosos e imensa pobreza e miséria, desgraçadamente, contamos com lideranças políticas caolhas, despreparadas, sem visão estratégica, sem capacidade administrativa, sem vontade e decisão políticas e orientadas por viés ideológico que leva o País a se aliar ao rebotalho da arena internacional. 

A atual Presidente é lídimo exemplo de tais lideranças. E o seu comportamento em relação aos militares e às Forças Armadas foge ao que deveria ser o de um Comandante em Chefe, cargo que lhe é aquinhoado pela Constituição, preocupado com a Segurança Nacional. Embora, tire partido da eficiência com que as Forças Armadas cumprem as missões recebidas, e isso sempre o fizeram em benefício da Nação, verificamos que o seu governo incentivou, como nenhum outro, medidas e ações de revanchismo, como afrontas e retaliações, contra a Instituição e seus integrantes. 

Recentemente, ao assistir um filme sobre o traidor do Exército e da Pátria, Lamarca, militar desertor, assassino frio, também, responsável pela bárbara morte do Tenente Alberto Mendes Junior, da Policia Militar de SP, afirmou estar emocionada pelas lembranças do seu comparsa de luta armada (em prol de uma ditadura do proletariado). Sem dúvida, “gratas” recordações tais como terrorismo, assassinatos e assaltos, incluso roubo de cofre com alguns milhões de dólares dos quais não se sabe o destino, algumas delas vividas com o seu saudoso comparsa, o traidor Lamarca. 

Aí está a raiz do revanchismo. Quem preza e admira um traidor como Lamarca, jamais aceitará Forças Armadas cimentadas em valores perenes e constituídas de homens que, pela Pátria, se preciso for, darão a própria vida! 

          Alerta à Nação. Eles que venham. Por aqui não passarão!

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