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Categoria: Forças Armadas
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Data: 26/10/2013
“A instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam e não se manifestam.”

Assistimos compungidos militares na inatividade serem agredidos oral e fisicamente, obstados em seus direitos de ir e vir, por uma malta de militantes sociais (novo nome dado a terroristas). Isso ocorreu a poucos metros do Quartel General da 4ª Divisão de Exército, em frente ao Círculo Militar de Belo Horizonte, no qual estava programada a realização de uma palestra sobre a Guerrilha do Araguaia.Gen Marco Antonio Felício da Silva

 Comentário do Cel Rfm José Batista Pinheiro:
Ficamos tristes ao ler o texto do Gen Felício.

Os comandantes atuais da tropa não precisam "colocar os tanques na rua", porém há necessidade de certas atitudes para manter a coesão da classe e o respeito aos princípios que sempre nortearam a carreira militar. Os altos comandantes do Exército não devem virar as costas sem dar proteção aos companheiros da reserva. Não se admite a omissão da Polícia do Exército, em qualquer lugar, onde uma meia dúzia de baderneiros atente contra a integridade física e oral dos militares da reserva.

 Assim fica difícil manter o valor da instituição FF AA. Será que o cargo de Comandante de Divisão de Exército é de tanta importância pessoal que não se possa tomar uma atitude com receio de perder o comando? Ultimamente nunca ouvimos falar em "tropa em prontidão" que é ato normativo rotineiro, mas que causa muito medo à “paisanada” e até aos altos escalões de governo. O que não pode ruir por terra é o respeito a quem tem o poder das armas, a competência e o direito para usá-las.