Justiça desconsidera a Lei de Anistia e processa os agentes do Estado que combateram o comunismo
Osmar José de Barros Ribeiro - Ten Cel Ref EB
Causa espécie o que ocorre nos dias de hoje, quando a justiça (com inicial minúscula) tem dois pesos e duas medidas: para uns, a anistia, as recompensas pecuniárias, os altos postos no governo, os nomes em logradouros públicos, etc. Pouco importa se assassinaram, sequestraram, roubaram, pois, ao fim e ao cabo, "figuras impolutas, caráteres sem jaça", tão somente buscavam implantar a "democracia" (codinome para o comunismo) no Brasil.

Os que os combateram, hoje mortos ou octogenários, são covardemente perseguidos, apontados como torturadores, assassinos de "heroicos combatentes da liberdade", etc., etc.

E a nossa justiça, que aceita filigranas jurídicas para acobertar criminosos (segundo o STF); a nossa justiça que se compraz em revolver um passado desconhecido pela esmagadora maioria da população em lugar de julgar casos que envolvem figurões da república (ré pública); a nossa justiça que possui juízes regiamente pagos para dormitarem sobre processos de interesse público imediato, se compraz em perseguir o Cel Ustra e outros.

 A grande verdade é que os responsáveis pela criação da tal Comissão que, atendendo a interesses político-partidários, luta por reescrever um período da História do Brasil, à exemplo da pulverização da esquerda quando dos governos militares, veem que ela está mais perdida que cego em tiroteio e. por interpostas pessoas e métodos, desejam conseguir a criação de um bode expiatório.

Proponho que nos mobilizemos, aqueles que não aceitam a ditadura do partido único e têm condições financeiras e de saúde para tanto, em defesa do Ustra e de todos aqueles que, correndo todos os riscos impediram, anos atrás, a implantação do comunismo no Brasil.

 

 

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