Imprimir
Categoria: Diversos
Acessos: 3927

 Execução de prisioneiros políticos na China. Essa é a democracia que o senhor Hugo, considera a ideal.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta segunda-feira que a "revolução bolivariana é o único caminho para a libertação da América Latina ", ao celebrar um novo aniversário da tentativa golpista que liderou há 16 anos.

 

 

 

 

Texto completo  

Em um pronunciamento de mais de três horas, transmitido em cadeia nacional obrigatória de rádio e televisão, Chávez disse que o império (EUA) está consciente do poder de sua revolução, por isso Washington continuará por todos os meios seu suposto empenho de derrocá-la.

Em seu discurso, ressaltou os avanços conquistados pelo processo que nasceu no dia da tentativa de golpe e que dirige desde que assumiu o Governo pela primeira vez, em fevereiro de 1998, e alertou sobre os riscos que sua revolução corre.

"O maior inimigo (da revolução bolivariana) é o império, que seguirá atuando para enfraquecê-la (...); o império não descansará em seu empenho em freá-la, porque é o caminho de libertação não só do povo venezuelano, mas dos povos da América Latina e o Caribe", expressou.

O governante pediu que as Forças Armadas a não se deixem manipular pela campanha que o império e seus aliados internos mantêm contra o Governo, e lhes pediu unidade, eficácia e que a cada dia sejam mais patriotas e revolucionários.

Chávez assinalou ainda que apesar das importantes conquistas em matéria social, política e econômica, ainda resta muito a fazer para instaurar o modelo socialista no país.

Durante o ato oficial, o presidente venezuelano condecorou vários militares que o acompanharam durante a tentativa golpista, entre eles os atuais governadores de Mérida, Táchira, Apure e Miranda.

Também entregou medalhas de honra a familiares de oficiais e civis mortos durante a revolta, muitos dos quais receberam a condecoração oficial entre lágrimas.

Chávez repetiu hoje que liderou o golpe em nome do povo, que foi massacrado três anos antes, em 27 de fevereiro de 1989, durante o chamado caracazo, uma revolta popular contra a fome e a miséria derivada do pacote econômico imposto pelo segundo Governo do presidente Carlos Andrés Pérez (1974-1979/1989-1994).

O atual governante venezuelano e demais militares envolvidos no fracassado golpe foram julgados e condenados em 1992 por rebelião, mas em 1994 obtiveram o indulto do então líder, Rafael Caldera (1969-74/94-99).

Agência EFE