CNV não quer apurar a morte de Edson Luís
Escrito por Félix Maier | 16 Janeiro 2013
Artigos - Governo do PT
Os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas.
No dia 11/01/2013 08:58, a respeito de um texto postado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) em seu site, eu enviei o seguinte comentário aos bolcheniquins fantasiados de comissários do povo ( Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ):
 
 
"Faltou o essencial ser publicado no texto acima, postado no site chapa-branca dos comissários do povo: quais os crimes cometidos pelo jornalista em questão. Tenho certeza que nenhum anjinho foi torturado, a maioria dos ditos "torturados" tinham ligações com grupos terroristas sanguinários, como a própria presidente Dilma Rousseff e sua querida VAR-Palmares. Convém ressaltar que muitos terroristas e "militantes" políticos mentiam sobre a tortura quando eram presos - assim como fazem os meliantes da atualidade, orientados por advogados - para tentar se defender perante os grupos terroristas de que confessaram sob tortura e por isso delataram companheiros, e para tentar obter pena mais suave na Justiça Militar.
 
Seria interessante a Comissão Nacional da Verdade publicar em seu site o verdadeiro autor da morte de Edson Luís, ocorrido em 1968 no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. Eu já informei aos comissários do povo o nome do assassino e até agora obtive apenas um retumbante silêncio.
 
O historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, no texto A parcialidade escancarada, assim escreve a respeito da reticência de Elio Gaspari sobre o assunto: “Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP”. No dia 22/11/2012, por meio de e-mail, Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”. - Cfr. em A Voz do Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade.
 
Aposto que os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas, em detrimento dos fatos. Ou seja, não passam de farsantes a serviço do petralhismo."

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Amigos! Enviei para a seção de cartas do jornal O Globo!
Balbi

Quero contribuir com a Comissão da Verdade! Sugiro que as mesmas convoquem o historiador Carlos I. S. Azambuja e o jornalista Elio Gaspari para identificarem o autor do disparo que matou em 1968 Edson Luis, o rapazola que vivia ali pela área do Restaurante do Calabouço e foi elevado à categoria de estudante e mártir, por ter sido supostamente assassinado pela ditadura.
Gaspari identificou o autor do disparo pelas iniciais ACFPP, militante do PCB. Carlos Azambuja, na obra A parcialidade escancarada cobra de Gaspari a identificação completa do cidadão, que nunca foi processado. Aliás, ACFPP veio a falecer em 15 de julho de 2012, mas a sua família poderia vir a público e pedir desculpas pelo ocorrido, para a sociedade e para a família do morto.

 

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