25 restos mortais estõa esquecidos... E todos
os anos, novas expedições  são anunciadas
com estardalhaço e acabam sem resultados.
O número de ossadas esquecidas nos armá-
rios vai aumentando e nada. Em 2009, eram
12 0ssadas. Hoje são 25. Vejam matéria que
postamos no site em 2009 , clicando AQUI
Leandro Mazzini - Esplanada – Política e Poder
Jornal de Brasília – 18/01/2013
O governo prepara delicada e sigilosa operação para devolver a Xambioá, no Araguaia (TO), as ossadas de duas crianças. Foram descobertas no inventário da Polícia Federal e do IML de Brasília junto aos ossos de outros 23 ex-guerrilheiros, guardados numa sala-cofre do Hospital Universitário da UnB. A comissão de Mortos e Desaparecidos da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) vai pedir à AGU e à Justiça Federal autorização para a operação. As crianças não foram identificadas, e as autoridades investigam a ação de uma ex-guerrilheira que teria incluído os ossos no material da expedição de 2001. 
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Operação cojunta 
À frente da operação está Gilles Gomes, o coordenador da Comissão na SDH. A operação também envolverá os Ministérios da Defesa e da Justiça.  
Desconhecidos 
Segundo Gilles, não há marcas de tiros nos crânios. E à época da expedição nas quais foram recolhidas, não havia, como hoje, a tecnologia e o cuidado no reconhecimento.

23 no Cofre 
Desde 1991, a comissão, em seguidas expedições, procura os corpos de 64 guerrilheiros desaparecidos. Agora, em vez de 25 ossadas, oficialmente são 23 sob sua tutela.

Cerco no cemitério 
Gilles garante que as expedições se empenham nas escavações com informações precisas e pesquisas antropológicas. E vai continuar a investigar o caso das crianças.
A volta 
As duas ossadas provavelmente serão enterradas no cemitério de Xambioá, como indigentes, até que se concluam as investigações de quem são.

 
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