Geraldo Almendra - 30/11/2012
Os mais recentes escândalos envolvendo nada mais do que uma representação da presidência da República em SP, juntamente com o escândalo do Mensalão, e muitos outros ainda não investigados, ou enfiados em uma gaveta de algum togado vestido de bandido, comprovam, para o mais idiota ou imbecil dos seres humanos, que o PT – juntamente com sua base aliada comprada pelo Mensalão – tomou o poder para transformar o país em uma corruptocracia fascista e, “de quebra”, se vingar das Forças Armadas, promovendo sua desmoralização, desarticulação e desestruturação operacional.
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São visíveis e já enunciadas pela mídia as conexões do petismo com o movimento esquerdista e terrorista internacional, para dar suporte ao seu hediondo projeto de poder fascista no país.
Seus instrumentos tem sido a coação da sociedade através de sistemáticas ameaças explícitas ou implícitas de colocar seus milhares de militantes nas ruas para defender a cúpula do golpe armado contra o país por essa esquerda imunda, o suborno de instituições privadas, a distribuição sem controle de dinheiro do contribuinte para milhares de ONG´s cúmplices de seu projeto de poder, as sistemáticas ações do comuno sindicalismo após a entrega do poder aos civis, assim como com a corrupção e o suborno de milhares de esclarecidos canalhas pertencentes às diversas classes sociais com o poder de formação de opinião, patifes infiltrados na academia, na mídia marrom em todas as suas formas, na classe dos artistas, entre outros, que, de forma covarde, irresponsável e inconsequente, estão entregando seus próprios filhos e suas famílias ao risco das covas coletivas deixadas no rastro do fascismo ditatorial.
As mais de 150 mortes, ocorridas, quase que diariamente no país, pelo desvio de bilhões durante os desgovernos civis, deixando no abandono a saúde pública, a segurança pública, o saneamento, a educação e a cultura, é o reflexo direto da prática de “genocídio pacífico” engendrado pelos canalhas da corrupção e do suborno, juntamente com seus cúmplices.
O bloqueio do comparecimento ao Congresso de meliantes do tráfico de influência, da corrupção e do suborno, para explicar aos “representantes do povo” suas participações nos recentes escândalos investigados pela PF, assim como as blindagens – com a influência de altos escalões do desgoverno Dilma – em andamento para proteger da prisão os pulhas já condenados, ou os novos identificados, comprovam, para toda a sociedade, a covarde convergência entre a falsidade do discurso de combate à corrupção e as atitudes dos poderes constituídos sob o controle do PT: continuam enganando a sociedade mais omissa e mais covarde do mundo que, sem que seja dando um único tiro – com poucas exceções de assassinatos selecionados tipo Celso Daniel – aceita conviver  silenciosamente com a incontrolável degeneração moral do país.
Esta semana lemos um duríssimo ataque de um jornal de SP ao Ministro Joaquim Barbosa, uma covarde e, provavelmente, muito bem paga, tentativa de desqualificar a competência jurídica, a dignidade, a honra e a honestidade do Ministro do STF, que se destaca nesse Tribunal Superior como um dos poucos que tiveram a coragem de desafiar abertamente e de forma legal o maior gângster da política prostituída que a história do país já conheceu, e que está nos conduzindo para o fosso da falência moral do país, que já é considerado por muitos países desenvolvidos como um Paraíso de Patifes protegidos pelo poder público mais corrupto de nossa triste biografia.
Esperamos que os órgãos da Polícia Federal, nos seus níveis investigativos, que devem ser autônomos no cumprimento das Leis, não se acovardem com ordens de superiores hierárquicos e que tenham consciência de suas responsabilidades com o futuro do país cumprindo, rigorosamente, com suas obrigações de trazer ao conhecimento público todos os detalhes sórdidos da “operação Porto Seguro”, inclusive tudo o que envolve diretamente o ex-presidente da República, conforme já amplamente divulgado pela mídia. Omitir do público as possíveis gravações telefônicas, assim como e-mails trocados com Lula e sua secretária particular será um ato de traição do país.
Com a insistência de manter em “segredo de Justiça” parcialmente ou totalmente os assaltos ao bolso do contribuinte, o poder público se auto define como um Covil de Bandidos, sendo essa proteção aos meliantes, uma covardia e uma sacanagem injustificável, sob qualquer aspecto, com nossa cidadania. Bandido, subornador e corrupto não podem, em hipótese alguma, serem mantidos em sigilo de Justiça. Devem ser julgados, condenados e irem para a cadeia, passando a viver nas mesmas masmorras medievais em que são confinados milhares de vítimas dos corruptos e subornadores.

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