Carlos Vilmar
30 Set 2012
 
“Passados mais de 47 anos do início da contrarrevolução democrática/1964, a ação militar que impediu a instalação de uma ditadura do proletariado no Brasil, os comunistas não desistem da vingança contra as Forças Armadas. A derrota da utopia marxista ainda dói no orgulho de ex-terroristas, ex-assaltantes e assassinos. O fato é que nem a conquista do poder político do país e nem as indenizações milionárias foram suficientes para aplacar o ódio que os comunas nutrem pelos militares”.
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“A tal Comissão da Verdade e a perseguição política ao Cel Ustra fazem parte do processo político comunista em andamento no Brasil, o objetivo maior é atingir as Forças Armadas”.
 
 “A condenação de um militar que tenha participado da repressão política será o maior avanço da revolução comunista no Brasil desde a promulgação da Lei de Anistia. A partir da condenação de um membro das Forças Armadas estará aberta a temporada de caça às bruxas, qualquer militar poderá ser alvo de vingança. O que virá depois só os imbecis não conseguem saber”.
(Revolução Continuada, 18 Ago 11)
 
A Resolução nº 2, de 20 de agosto de 2012, acaba com a dissimulação e as mentiras da Comissão da Verdade quanto aos seus verdadeiros objetivos. De acordo com a resolução somente os crimes praticados por agentes do Estado serão investigados. Traduzindo: A vingança contra as Forças Armadas está oficializada. Os comunistas derrotados, em 1964/74, finalmente poderão se vingar da Instituição que os impediu de transformar o Brasil em uma ditadura do proletariado.
 
Qual a surpresa? Absolutamente nenhuma. Desde que a esquerda assumiu o poder no país os fatos políticos relacionados às Forças Armadas indicavam para esta revanche. As denúncias contra militares que participaram da luta armada, ações que contrariam o previsto na Lei da Anistia e na Constituição Federal do Brasil, explicita o viés ideológico do governo. A caça a membros das Forças Armadas se intensifica na mesma medida em que os comunistas derrotados pela contrarrevolução adquirem mais poder político. A resolução nº 02, da Comissão da Verdade, não deixa dúvidas que o pior para os militares ainda está por vir.
 
O fato é que os revolucionários nunca almejaram a pacificação do país. Usaram a Lei da Anistia apenas para escapar da justiça e voltar a atuar politicamente. O objetivo sempre foi o poder político. As Forças Armadas, mesmo depois de anos de sucateamento, constituem o maior obstáculo para a revolução que se processa nos bastidores do poder. Daí a necessidade da permanente desmoralização da Instituição.
 
A explícita perseguição política às Forças Armadas sem nenhum questionamento ou ação em sua defesa deixa a impressão que o país está imbecilizado. A sociedade não vê, não escuta e, definitivamente, não tem interesse em questionar as injustiças praticadas contra os militares. A Nação brasileira age como se estivesse deitada em berço esplendido, certa de que o “tsunami” vermelho só vai atingir os milicos. Ledo engano. O histórico do comunismo, no século XX, mostra que a utopia marxista causou muita desgraça nos países conquistados e contabilizou a morte de milhões de pessoas.
 
O país precisa acordar para a realidade dos fatos. É importante que a sociedade entenda que o Grupo político que se dedica à perseguição das Forças Armadas é o mesmo que institucionalizou a corrupção no país. A maior realização desta gente foi o “mensalão”, um criminoso esquema de compra de votos no Congresso Nacional. A compra da consciência política de Parlamentares explicita um crime maior: o assassinato da democracia. 
 
O que o Brasil pode esperar de pessoas que em nome da utopia comunista praticaram atos terroristas, assaltos diversos e assassinaram brasileiros indefesos? Gente que agora tem a desfaçatez de afirmar que os crimes por eles praticados foram justificados pela causa. Como se fizesse diferença para os inocentes mortos de que lado veio o tiro ou a bomba que os matou.
 
O cenário da realidade nacional é esclarecedor. A situação política e social do país, em que pese a propaganda oficial, não inspira confiança. Enquanto o governo se dedica a uma torpe vingança contra as Forças Armadas a população padece ameaçada pela criminalidade que aumenta geometricamente e sobrevive às situações calamitosas da saúde, da educação e da segurança publica, entre outras.
 
A situação política e social dos militares brasileiros se assemelha a um náufrago que já sabe que o socorro não virá. A população, como um todo, ainda não percebeu, mas se depender da política que se pratica no país também está a deriva... Em situações de sobrevivência, com certeza, um “braço forte” pode fazer a diferença.
 
“Quem sabe faz a hora não espera acontecer” - Geraldo Vandré
 
Brasil acima de tudo.
 

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