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Categoria: Forças Armadas
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 PChagas - 08/10/2012
Caros amigos
Mantive-me calado sobre este tema na esperança de que a opinião dos decisores contemplasse meus anseios.
Como não contemplou, sinto-me compulsado pela consciência a dizer-lhes que jamais vou entender ou aceitar que o Cadete Lapoente seja melhor que os outros tantos que morreram atrás do ideal de ser Oficial do Exército, ideal este valorizado pelas dificuldades que os levaram à morte.
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Seria o Cad Lapoente melhor que os outros? Ou seria ele apenas um instrumento dos oportunistas de esquerda que sabem, melhor do que ninguém, como deve ser a formação de um oficial frouxo o suficiente para garantir a defecção diante do "politicamente correto" que polui e contamina as mentes, aparentemente, dentro e fora dos quartéis?
Isto é apenas o começo, já que não é suficiente para o que realmente lhes interessa. A comissão nacional da verdade já dá a sua contribuição e "recomenda" a revisão do ensino acadêmico, particularmente no que diz respeito à Contra Revolução de 64!
(Assistam ao  programa Roda Viva, que foi gravado, segundo fui informado, no fim de semana e será exibido hoje - 8 Out - à noite pela TV Cultura)
Parabéns a todos os canalhas da esquerda por mais esta vitória incontestável, que, aos olhos da Nação, ensina-nos a valorizar os nossos mortos e as nossas baixas, como se nunca o tivéssemos feito!
A julgar pela facilidade com que eles têm conseguido transformar nossos orgulhos em vergonhas, acabarão por conseguir o que querem.
Guardo, como sempre, a confiança nos que foram comigo formados e a esperança de estar errado!
Oportunamente vou visitar a "placa". Faço questão de conhecê-la. Sei valorizar as vitórias dos meus adversários. Sentirei vergonha, mas respeitarei a memória desse companheiro, cujo infortúnio foi apropriado pelos que querem "mudar" o Exército de Caxias! Se ele, onde estiver, puder ver o que fazem com seu nome e sua desventura, sendo um patriota vocacionado para a carreira das armas, como parece que era, com certeza, estará tão contrariado quanto eu!
Nunca sentirei vergonha do que sou e continuarei a acreditar e a defender a verdade histórica, os valores e os princípios que nos foram ensinados na AMAN, como, obviamente, todos, a seus modos, devem estar fazendo!
Fraterno abraço.
PChagas