Uma Força Armada sem mística não inspira, à Nação a qual ela pertença, a confiança e a admiração que Ela, Força Armada, responsável por sua defesa e soberania, deva merecer!
A História mundial, com os seus inúmeros conflitos, nos mostra forças armadas, pobremente equipadas e provisionadas de serviços, enfrentarem exércitos poderosos sem conhecer a derrota. E a mística dessas forças estava alicerçada principalmente no espírito combatente de seus soldados.
Sem dúvida, a melhor arma para um Chefe é o espírito do soldado que ele comanda! Mística e Espírito Combatente estão, indissoluvelmente, interligados.
A mística advem da imagem que a Força Armada reflete sobre a Nação, principalmente, através das atitudes e posturas de seus Chefes, diante de situações críticas, do culto de suas mais caras tradições e da evocação dos seus Heróis. A mística de nossas Forças Armadas, que poderia ser traduzida pelo slogan adotado, atualmente, pelo Exército, “BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA”, enfatizada pela maior confiabilidade que têm as Forças, por parte da população, comprovada por recentes pesquisas de opinião, não foi construída nos dias de hoje, mas, através dos séculos, nas guerras contra o invasor estrangeiro, tornando-as o berço da nossa nacionalidade; nas lutas pela independência, libertando-nos do jugo português; na pacificação do Império, mantendo a unidade nacional; nas guerras externas, conservando a integridade do País; na Segunda GG, contribuindo para a libertação dos países ocupados pelo nazi-fascismo; combatendo a Intentona Comunista de 1935 e a tentativa de comunização do País, no período de 64 à 74. Como sempre, respondendo ao chamamento da Nação. Há que ressaltar, Forças Armadas sempre vencedoras !
Como esquecer tais fatos e seus respectivos Heróis? Responde o próprio Exército :
“E aqui, no mourejar do dia-a-dia, veneramos e respeitamos o passado, para que o Exército e o nosso País não percam os seus referenciais, as suas raízes, as suas tradições, a sua identidade, a sua "alma", enfim, pelo que a Missão-Síntese deste CDoc é a de "Manter vivas no Exército do presente, as tradições do passado".
Como, então, não comemorar a batalha de Guararapes, evocar Felipe Camarão, Henrique Dias, André Vidal de Negreiros? Como não cultuar Caxias, Osório, Tamandaré, Marcílio Dias, Asp Mega, Sgt Max Wolf, os feitos dos “Senta a Pua” dentre muitos outros? Como esquecer os pracinhas mortos diante das casamatas alemãs em Monte Castelo, abrindo de peito aberto o caminho para a conquista, admirados e reverenciados pelo próprio inimigo? Como esquecer os que deram a vida combatendo a Intentona comunista de 35 e os que combateram a subversão marxista e a luta armada de 64 à 74? Impossível! Esquecê-los é perder raízes, referenciais, a identidade e a própria alma! É apunhalar a própria mística das Forças.
O nosso manifesto é respeitoso à lei e exalta a dignidade militar. Somente por tais razões, mesmo que não tivesse as assinaturas que tem, de antigos e prestigiados chefes militares, já seria por demais expressivo.
Nós, os signatários, fundamentados em experiências do passado, não aceitamos manobras e artimanhas presentes que possam empanar um futuro de conciliação e de paz social.
Exercendo o direito da liberdade de expressão, com dignidade, exaltando as Forças Armadas, vamos comemorar a vitória da Contra-Revolução de 64 que impediu a transformação do nosso País em uma grande ditadura do proletariado! Comemoremos a liberdade de uma Nação, a nossa liberdade!
                                      ELES QUE VENHAM! POR AQUI, NÃO PASSARÃO!
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Observação : Se desejar aderir ao Manifesto "Alerta à Nação" -leia aqui -, mande seu nome completo e, se for miltar o posto e a Força para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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