LEMBRAI-VOS DE 1935
A INTENTONA COMUNISTA JAMAIS PODERÁ SER ESQUECIDA.
COMISSÃO DA VERDADE??? QUAL DELAS??? A verdade mentirosa que só interessa aos comunistas?
              Qual a razão da comissão da inverdade apurar apenas os fatos políticos e sociais que levaram até a Contra-Revolução de 1964, a partir de 1946, se uma das muitas causas determinantes remotam a 1935? Com muito espanto e desiludido vejo o caos generalizado no País sob o governo do Partido dos Trabalhadores apoiado por muitos outros políticos  corruptos, irresponsáveis  e vendilhões da Pátria que nem sabem o que significa tal palavra, levando a Nação ao caos.
Roubo do nosso pagamento de impostos para sustentar partidos e seus dirigentes , greve nos bancos, nos Correios, nas polícias, a saúde  e a segurança uma lástima e a ONU, OEA e Corte Interamericano de Direitos Humanos querendo impor ao Brasil o que deve ser realizado aqui. Realmente os tempos são outros. São tempos de políticos altamente desonestos, de omissão de autoridade e falta de firmeza de caráter e pulso dos governantes de todos os níveis.
O povo brasileiro, infelizmente nele incluído as Forças Armadas perderam a capacidade de se indignar.
Como estamos na semana na qual a 75 anos atras ocorreu a INTENTONA COMUNISTA, resumimos os principais aspectos da mesma em cinco artigos cujo primeiro segue abaixo no dia de hoje e os seguintes em sequência até o dia 27/11/2011.
Como estamos na semana na qual há 75 anos atrás ocorreu a INTENTONA COMUNISTA, resumimos os principais aspectos da mesma em cinco artigos cujo primeiro segue abaixo e os seguintes, em sequência até o dia 27/11/2011.
Intentona Comunista I
Mortos enquanto dormiam
Mas os Comunistas negam até hoje
Por  Aluisío  Madruga de Moura e Souza *
No próximo dia 27 de novembro de 2011, a Intentona Comunista de 1935 estará completando 75 anos. Tendo eclodido no dia 23 de novembro em Natal/RN e dia 24 em Recife/PE, só no dia 27 teve início no Rio de Janeiro, no quartel do 3º Regimento de Infantaria na Praia Vermelha e na Escola de Aviação no Campo dos Afonsos, então subordinada ao Exército.
Nos vários dicionários não vamos encontrar unanimidade nos sinônimos a respeito da palavra intentona, mas há nos significados. A seguir alguns exemplos: plano insensato, intento louco, conluio, rebelião, motim, conspiração, sedição, revolta, conjuração, insurreição ou intento insano. Porém, historicamente, Intentona Comunista é o nome oficial da insurreição militar que ocorreu no Brasil nas cidades acima citadas, cujo número real de mortos nunca foi oficialmente revelado pelo Governo da época, possivelmente para diminuir o episódio revolucionário marxista–leninista ou olhá-lo como insignificante, quando, na realidade não o foi, principalmente, pela maneira covarde e vil como os conspiradores, em prol de uma outra Nação, traíram  seus companheiros de farda e a própria Pátria.
            Antônio Carlos Otoni Soares, por ocasião das  comemorações da Intentona Comunista em 1985, escreveu o livro "Os 50 anos da primeira Intentona Comunista", no qual aborda com muita propriedade fatos negados com veemência pelos comunistas, ou seja, que assassinaram seus companheiros de maneira traiçoeira, covarde e vil, quando muitos deles  dormiam.
            Os comunistas e os setores da propaganda partidária esquerdista permanecem até hoje negando, afirmando que estas idéias são fruto da invenção e dos preconceitos anticomunistas, pois todos os que tombaram estavam lutando. “ Não houve ninguém, oficial ou soldado, assassinado na cama pelos companheiros sublevados. Os que morreram, morreram lutando”.(Barbosa Lima Sobrinho – na orelha da contra capa do livro de Hélio Silva – 1935 – A Revolução Vermelha).
            Ora, como afirma Otoni em seu livro, a versão de que houve morte de militares dormindo não surgiu anos ou décadas depois da Intentona. Esta versão é da própria época. Consta, por exemplo, do Jornal Correio da Manhã de 30 de novembro de 1935, sábado, página 4, num editorial intitulado “O Castigo” que afirma: “já estão reconstruídas algumas scenas da tragédia que culminou na verdadeira batalha da Praia Vermelha.....Contam-se entre os episódios tenebrosos daquelle dia impiedosas liquidações summarias, nas quais intervieram indivíduos despidos de todo o sentimento, até de simples humanidade....Um official friamente assassinado por mão de seu companheiro que trazia a arma envolvida num jornal: outro morto quando dormia e teria sido fácil prende-lo e desarma-lo”.   
            Esclarecemos ao leitor que a rebelião no Rio de Janeiro ocorreu após um período no qual a tropa estava pelo menos a cinco dias de prontidão, portanto, exausta e que o movimento teve início após a meia-noite.
            É interessante citar a opinião moderada de um oficial que participou dos referidos combates, o então tenente José Campos de Aragão, que se reformou como General de Divisão. Em seu livro sobre a Intentona, na página 75, o Gen. Aragão assim se manifesta: “ O capitão Armando de Souza  Melo e o tenente Danilo Paladini, que repousavam no momento da insurreição, foram mortos pelos revoltosos ainda aturdidos quando se levantavam”. E sobre estas declarações comenta em seu livro Otoni Soares: “dizer que alguém foi morto quando estava atônito e aturdido, no exato momento em que se levantava do descanso, não quer dizer que estivesse dormindo, embora mais próximo do estado de sono do que de vigília. Contudo, passar de um extremo ao outro: os que morreram, morreram lutando, como afirmam os comunistas, também não tem sentido”.
Finalmente, é importante deixar claro que os comunistas atuais continuam enobrecendo a Intentona, planejada e determinada pelo governo comunista da Rússia e executada pela Aliança Nacional Libertadora sob a liderança de Luís Carlos Prestes, como se matar alguém, acordado e cara a cara, pelas costas ou que estivesse dormindo, buscando o objetivo de submeter a própria Pátria a uma nação estrangeira, com a intenção de destruir valores morais, sentimentais e cívicos de um povo, faça diferença. São uns cínicos.
Amanhã, no artigo Intentona Comunista II, iremos transcrever trechos de manchetes de jornais da época, cópias fieis dos originais, visando caracterizar a repercussão dos acontecimentos naquele momento histórico e qual era o pensamento da mídia.
Aluisio Madruga*
Autor dos livros: Guerrilha do Araguaia – Revanchismo – A Grande Verdade e
                            Documentário – Desfazendo Mitos da Luta Armada
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