Brilhante Ustra comandava a repressão na 
        ditadura militar

Por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra - 
 www.averdadesufocada.com  
Até parece que o Cel Ustra era o todo poderoso comandante do combate à luta armada em todos os rincões do Brasil
Vejam a notícia abaixo como foi publicada pelo Correio do Brasil e, como, com frequência, são divulgadas todas as notícias sobre "torturas " e "assassinatos"  durante o período da  luta armada, em todo o Brasil, pela maioria da mídia. Reparem na fotografia. Vamos analisá-la:
 Em princípio sugere que seja uma cena de tortura em guerrilha rural, portanto, talvez Registro (cerco sem sucesso  à Lamarca) ou Xambioá ( guerrilha do Araguaia ).
 Sugere, mas não quer dizer que seja.
 Pode ser de algum filme  sobre o Araguaia, ou sobre Lamarca. Pode ser   alguma cena da novela "Amor e Revolução" ou outra  ficção qualquer .
A fotografia parece não ser antiga, pela nitidez do colorido. Além de não ter uma legenda defindo o local, a época em que aconteceu, ou outra identificação qualquer de sua procedência.
Notem a má fé da matéria
A legenda de uma fotografia forjada de tortura sugere, subliminarmente, a participação do coronel Ustra em uma das guerrilhas rurais do Brasil, o que nunca aconteceu .
Para essa mídia marrom, o desejo claro é colocar  o Cel Ustra como responsável único por toda repressão aos atos criminosos cometidos por membros de organizações subversivo-terroristas que tentavam implantar o caos no Brasil e finalmente instalar uma ditadura nos moldes de Cuba, China ou União Soviética.
Eles querem passar a idéia de que o Cel Ustra era o todo poderoso, conhecia todos os detalhes da subversão e da repressão e estava presente em todos os lugares ao mesmo tempo  , portanto, onipotente, onisciente e onipotente. 
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Ayres Britto nega liminar a Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi
Por Redação, com RBA - de Brasília
http://correiodobrasil.com.br/ayres-britto-nega-liminar-a-brilhante-ustra-ex-chefe-do-doi-codi/310986/
O ministro Ayres Britto, do Supremo Tribunal
 
      Brilhante Ustra comandava a repressão
      na ditadura militar
Federal, negou liminar pedida pelo coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que pretendia suspender ação de indenização por danos morais movida em São Paulo por familiares do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino. O militar é acusado de ter chefiado sessões de tortura quando comandou o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI/Codi).
Merlino militava no POC (Partido Operário Comunista) quando foi preso em julho de 1971. Depoimentos prestados na ação de indenização por seis presos políticos da ditadura militar (1964-1985) reforçam a tese de que o jornalista foi torturado e morto quando estava sob custódia daquele órgão da repressão em São Paulo.
Ustra alega que a ação de indenização fere o espírito da lei de anistia, pois entende que houve perdão recíproco. Sua defesa argumenta que, “de forma oblíqua”, os autores da ação pretendem obter “sentença civil com efeitos de condenação criminal por supostos crimes de tortura que hoje estão cobertos pela anistia”.
Paulo Esteves e Salo Kibrit, advogados de Ustra, entraram com reclamação no STF contra atos da juíza Amanda Eiko Sato, da 20ª Vara Cível do Forum Central da Comarca de São Paulo, e do desembargador Luiz Antônio Silva Costa, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que permitiram o processamento da ação de indenização.
Ustra alega que a ação de indenização viola o julgamento da ADPF 153 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), quando o STF reconheceu a constitucionalidade da lei de anistia. Afirma que “se não há crime, não há como condená-lo ao pagamento de indenização, muito menos declarar que praticou algum crime naquele período”.
Ayres Britto pediu informações à juíza e ao desembargador do TJ-SP e acolheu manifestação das interessadas Angela Maria Mendes de Almeida e Regina Maria Merlino Dias de Almeida. Elas defendem a improcedência da reclamação de Ustra, com fundamento na independência das instâncias cível e penal.
O ministro também não viu  identidade entre a ação de indenização e a decisão do STF. Para o relator, a lei de anistia não trata da responsabilidade civil por atos praticados no “período de exceção”. Ou seja, a extinção de punição na esfera penal não implica a imediata exclusão do ilícito civil. Ayres Britto negou seguimento à reclamação de Ustra. Cabe recurso da decisão.
Fonte: Blog do Fred

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