Isto é o que eles diziam (para pacificar o país)
 Anistiados e no poder, hoje querem punição
 para os agentes do Estado...
"Tempo para Comissão da Verdade apurar é criticado  
Ex-presos políticos e estudiosos consideram poderes limitados e grupo muito pequeno
Juliana Castro - O Globo - 23/09/2011
Ex-presos políticos e parentes de desaparecidos durante a ditadura militar mostraram descrença no modelo da Comissão da Verdade aprovado na Câmara dos Deputados. Segundo eles, o grupo será pequeno (sete integrantes) e terá pouco tempo (dois anos) para resolver grande demanda de investigações. Apesar da desconfiança, eles ressaltam que a prioridade devem ser os casos dos desaparecidos políticos.
A presidente do grupo Tortura Nunca Mais no Rio, Cecília Coimbra, desconfia que a iniciativa não conseguirá cumprir os seus objetivos:
- Foi intencional ter só sete pessoas. É para não dar para investigar. É óbvio que foi um acordo entre forças, as que querem governar e as que ainda apostam no esquecimento.
Embora faça críticas, Cecília defende que a prioridade seja o esclarecimento dos casos de desaparecidos políticos:
- Essa dor do desaparecimento é muito forte. É uma tortura não saber se o parente está vivo ou morto e não ter o corpo para enterrar. O governo precisa esclarecer os desaparecimentos, já que essas pessoas estavam sob a guarda do Estado quando sumiram.
Integrante do Núcleo de Preservação da Memória Política e do Fórum de Ex-Presos Políticos, Ivan Seixas, de 57 anos, também defende que a prioridade sejam os desaparecidos.
- Essa é a prioridade total, porque as famílias têm que saber onde estão os corpos - disse ele, que ficou preso dos 16 aos 22 anos, de 1971 a 1976.
Ivan lamentou o fato de a comissão não ter garantias para convocar militares a prestar esclarecimentos, mas ressaltou a importância do grupo:
- É um avanço, uma coisa que nunca foi feita. Tem que se começar por algum lugar. O que não podemos é anular a importância dessa aprovação e dizer que nada presta. Essa comissão vai ter trabalho, e nós vamos cobrá-los.(...) "
Leia íntegra no jornal O Globo
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Observação do site www.averdadesufocada.com  : Por que só falam em militares ? Vários órgãos têm  conhecimento profundo sobre o período em questão, pois trabalharam ativamente no combate  ao terrorismo
O período é longo (1946  a 1985) , exatamente para justificar os preparativos para a luta armada, inclusive treinamentos de guerrilheiros em Cuba, União Soviética e Pequim, bem antes da Contrarrevolução de 1964.                                                  
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"Comissão da Verdade terá auxílio de pesquisadores
Medida tem como objetivo compensar número reduzido de membros do grupo
Especialistas temem que tamanho restrito da comissão, composta de 21 integrantes, dificulte a apuração dos casos
Folha de São Paulo - João Carlos Magalhães - 23/09/2011
O governo quer recrutar centenas de acadêmicos e pesquisadores para contribuir com a base de dados sobre a qual se debruçará a Comissão da Verdade, aprovada anteontem no Congresso.
O reduzido número de membros (sete) e assessores (14) previsto para a formação do grupo é uma das principais críticas de especialistas.
Eles argumentam que apenas 21 pessoas não serão capazes de investigar e relatar em minúcias as violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, que é o objetivo da comissão.
O plano de incluir universidades, movimentos sociais e ONGs ligadas aos direitos humanos no funcionamento da comissão está em curso."
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Observação do site www.averdadesufocada.com :  Aí mora o perigo! Neste governo, os movimentos sociais, ONGs ligadas aos direitos humanos e algumas universidades estão dominadas por membros ligados à antigas organizações subversivo-terroristas.
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"Em agosto, a Secretaria de Direitos Humanos, ligada à Presidência, criou uma portaria criando um comitê para gerir uma rede de pesquisa sobre "o direito à verdade, à memória e à justiça".
O objetivo é criar grupos de estudo regionais em universidades que possam levantar e estudar documentos e depoimentos relativos ao período apurado pela comissão.
Em especial, o da ditadura militar (1964-1985). Seria uma forma de colher informações e ajudar a comissão.
"Existem diversos arquivos públicos de documentos que são pouquíssimo estudados", diz, Rogério Gesta Leal, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, professor e coordenador executivo do comitê instituído.
De acordo com Leal, a ideia de "observatórios locais" estimulará as pessoas a descobrir e detalhar também violações menos conhecidas -não só em casos famosos e já exaustivamente estudados.
Ao mesmo tempo, diz seria uma forma de democratizar a comissão, envolvendo a sociedade na apuração.
Para viabilizar o trabalho de pesquisadores, que poderão ser de diferentes áreas, a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos Humanos vai negociar a criação de bolsas para esses pesquisadores.
O incentivo pode ocorrer via agências de fomento, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior."(...)
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Observação do site www.averdadesufocada.com : Nós nos comprometemos que, sempre que possivel, iremos atualizando  as seções " Projeto Orvil "  e "Luta Armada" com novas informações para que a VERDADE  HISTÓRICA seja levada ao povo brasileiro.

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