Ato promovido em frente ao Congresso Nacional
 (2004 e 2005) em homenagem às 119 vítimas do
 terrorismo
Três dessas cruzes têm os nomes do :
 Artesão Adilson Sampaio
 Soldado PMSP -Naul José Montavani; e
 Guarda Penitenciário - Ailton de Oliveira

Encerrando a relação de vítimas do mês, no período de 14 a 31 de maio  reverenciamos a todos os que, tombaram, neste período,  pela violência política de terroristas. Os seus algozes, na ânsia de implantar uma ditadura comunista em nosso país, apoiados por Cuba, União Soviética,China e outros, iniciaram uma luta fraticida que envolveu jovens e enlutou o País.
Hoje,eles, que atentaram contra o Brasil, reescrevem a história, se passam por vítimas e heróis. Nós não temos nem  mesmo o lenitivo de nossos mortos serem lembrados pelo governo, não com indenizações , mas com homenagens, no dia  31 de março, pois eles sim morreram pela democracia.
Seus assassinos ou suas famílias  foram indenizadas pelo governo federal e algumas também pelos governos estaduais.
As famílias das 119  vítimas, assassinadas por eles, esperam por justiça até hoje.
14/05/71 – Adison Sampaio - artesão – RJ
 Morto por terroristas durante assalto às lojas Gaio Marti.                       
27/05/69 – Naul José Montavani - soldado PM – SP
 Em 27/05/69 foi realizada uma ação contra o 15º Batalhão da Força Pública de São Paulo, atual PMESP, na Avenida Cruzeiro do Sul, SP/SP.
O militantes  Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury, Maria Aparecida Costa, Celso Antunes Horta e Ana Maria de Cerqueira César Corbisier, metralharam o soldado Naul José Montovani que estava de sentinela e que morreu instantaneamente. O soldado Nicário Conceição Pulpo que acorreu ao local ao ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado paralítico.
31/05/68 – Ailton de Oliveira - guarda penitenciário - RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR), montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que uma vez libertados deveriam seguir para região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer  um embrião de um foco guerrilheiro.
"Um desses prisioneiros era o ex-marinheiro Marco Antônio da Silva Lima, que havia realizado curso de guerrilha em Cuba e era obsecado pelas idéias da 1ª Conferência da OLAS, em Havana. Para as esquerdas, mesmo no presídio, a idéia principal para a derrubada do governo era o foco guerrilheiro." (Leia detalhes no livro A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça). Para isso , planejaram resgatar alguns militantes presos na Penitenciária Lemos de Brito. Dando prosseguimento ao plano, que tinha como um dos líderes o jornalista Flávio Tavares, no dia 26/05/69, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Naterça Passos, dentro de um pacote, três revólveres calibre 38 que seriam usados pelos detentos durante a fuga.
 Ao todo, participaram da fuga, direta ou indiretamente, trinta e quatro militantes.  Às 17:30 horas os subversivos, ao iniciarem a fuga foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Os guardas foram feridos pelos presos em fuga, sendo que Ailton de Oliveira veio a falecer cinco dias depois, em 31/05/68.
Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light, João Dias Pereira que se encontrava na calçada da penitenciária.
O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani, recém libertado.
Apesar da reação dos guardas, a fuga foi consumada  com sucesso e o grupo comemorou eufórico. Havia posto novamente em atividade para assaltos a bancos, sequestros e "justiçamentos " os seguintes presos:
Antõnio Duarte dos Santos, Antônio Prestes de Paula, Avelino Bioni Capitani, Benedito Alves Ramos, José Adeildo Ramos, José André Borges, José Michel Godoy, Marco Antônio da Silva Lima e Roberto Cietto

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