Dilma, além de condecorada, condecora 
 personalidades e é comparada com Tiradentes ...
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     Aprendemos com Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Hitler que "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade".
Essa  tática vem sendo adotada no Brasil,  há mais de 30 anos, por membros das organizações subversivo-terroristas, cada vez mais intensamente.
Agora, que eles estão no poder, não nos resta outra alternativa do que  seguir os ensinamentos de Goebbels, não espalhando a mentira, mas mostrando a verdade. .
 

Texto completo


Sei que somos repetitivos, mas, como não temos verba oficial, não temos a mídia, não temos o alcance nacional do que afirmamos, somos obrigados a repetir,  um milhão de vezes, a VERDADE, na tentativa de que a História do Brasil não continue a ser reescrita, mentirosamente, por eles
Existem datas que já são especiais para os seguidores de Goebbels.
Ontem, dia de Tiradentes, herói que, realmente, se  preparava para lutar pela independência do Brasil, não podia passar em branco na campanha sórdida dos ex-militantes dessas organizações, para reescrever a história.
Aconteceu o que já prevíamos de ante-mão: a presidente Dilma comparou os subversivo-terroristas ao nosso Tiradentes.
Thiago Herdy, publica matéria no jornal O Globo de hoje , 22/04, sob o título
"Dilma traça paralelo da Inconfidência Mineira com o combate à ditadura "
OURO PRETO (MG). Convidada de honra e oradora oficial da entrega da medalha dos inconfidentes em Ouro Preto, Minas Gerais, a presidente Dilma Rousseff (PT) traçou ontem um paralelo da luta dos envolvidos na Conjuração Mineira, no século 18, com o combate à ditadura militar no Brasil, do qual foi uma das protagonistas.
Com um discurso repleto de simbolismos, Dilma participou, ao lado do governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), da cerimônia de sepultamento dos restos mortais de José de Resende Costa, Domingos Vidal Barbosa e João Dias da Mota, três mártires da Inconfidência cujas ossadas foram identificadas oficialmente apenas há poucas semanas, por especialistas da Unicamp.
- Eles foram exilados por haverem se atrevido a desejar um Brasil independente. Na nossa História, muitos tiveram que se exilar por desejar também liberdade e democracia - disse Dilma.
Para a presidente, a execução de Tiradentes, o maior herói da Inconfidência e homenageado principal da cerimônia do dia 21 de abril, data de sua morte, foi uma tentativa inútil de ser extinguir o ideal brasileiro de emancipação, e serviu apenas para "lançar para sempre a semente da liberdade no coração dos brasileiros".
- Os brasileiros e brasileiras que, como eu, sofreram na pele os efeitos da privação de liberdade sabem o quanto a democracia institucional faz falta quando desaparece - disse a presidente.
Presidente lembra três mulheres inconfidentes
O passado de Dilma foi enaltecido por Anastasia, que arrancou um largo sorriso da presidente ao dizer, em discurso, que ela era muito bem-vinda a Ouro Preto não apenas por ter nascido em Minas, mas também por sua
"devoção ao juramento tácito de nossa gente: o de não faltar à pátria, à luta pela liberdade, pela justiça e pela igualdade".(...)
 
Observação do site
www.averdadesufocada.com :
 Os idealizadores da Comissão da Verdade e defensores da abertura dos arquivos, são os que menos desejam que a verdade venha a público.
Os documentos  estão  no Arquivo Nacional, mas nem todos os brasileiros terão acesso a eles e, os que tiverem, os encontrarâo, com tarjas pretas, nos nomes daqueles que praticaram ações inadequadas a defensores da liberdade e dos direitos humanos. Os subversivos, os terroristas, terão seus nomes preservados.
Eles não terão seus atos insanos revelados para o povo, nem suas ações e, muito menos, suas intenções.
Na Comissão da Verdade não serão ouvidos, não lhes será cobrada a verdadeira motivação da luta armada.
Jamais será dito por eles que a luta armada começou com a intenção de implantar, no Brasil, uma ditadura comunista. Que essa luta não foi uma consequência da Contra-Revolução de 1964,  e que a reação dos  orgãos de segurança, civis e militares, foi uma decorrência da violência implantada no país. Jamais deixarão que venha a público as diretrizes de suas organizações.
Quando será que as pessoas que pegaram em armas, ou as que apoiaram de alguma maneira, as organizações subversivo-terroristas que  tinham a União Soviética , China e Cuba como modelo, vão admitir que, bem antes de 1964, já mandavam militantes para esses países, para se prepararem para a guerrilha que tinha como finalidade tomar o poder?.
Quando admitirão que,  muitos dos que  apoiaram a luta armada ou pegaram em armas  e se refugiaram no exterior, de lá continuaram participando de decisões importantes, como a  entrada, no Brasil, de armas e de guerrilheiros treinados em países comunistas e até de "justiçamentos" ?
 Nós sabemos que eles  jamais  admitem que não pensavam em democracia. Se "vendem" como heróis que lutavam e lutam  pela liberdade e democracia.
São poucos os que tiveram a coragem de admitir a verdadeira intenção da luta armada. Entre esses destacamos Jacob Gorender ( ativo militante da luta armada - PCBR- historiador),  Fernando Gabeira ( MR-8 - ex-deputado e jornalista), Salomão Malina ( secretário do Partido Comunista) , Marcelo Ridente( Professor de História da Unicamp), Carlos Fico( professor da UFRJ) e Daniel Aarão Reis ( ativo militante do MR-8 , professor de Historia do UFF).

São depoimentos, como os  citados abaixo, que pronunciados na Comissão da Verdade,  dariam credibilidade à pretensa intenção de levar a verdade ao povo.
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"As esquerdas radicais se lançaram na luta contra a ditadura, não porque  a gente queria uma democracia , mas para instaurar o socialismo no País, por meio de uma ditadura revolucionária, como existia na China e em Cuba. Mas, evidentemente , elas falavam  em resistência, palavra muito mais simpática, mobilizadora  Isso é um ensinamento que vem dos clássicos sobre a guerra." ( Daniel Aarão Reis)
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"A POLOP  surgiu em 1960 e tivera uma participação muito activa (sic) na ocupação de Brasília em 1963: foi a única organização que deu algum apoio político àquela acção (sic)dos sargentos. Depois do golpe, o (sic) POLOP mantinha a sua posição a favor da luta armada..."( José Ronaldo Tavares de Lira e Silva - A esquerda Armada no Brasil - Antonio caso - 1976 - Moraes Editores - Portugal)
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(...)Muito antes do golpe de 1964 já participava activamente (sic) da luta revolucionária no Brasil na medida das minhas forças. Creio que desde 1957. ou melhor -, desde 1955(...)
Naquela altura o povo começava a contar com orientação do Partido Comunista Brasileiro.
 Até 1964 não havia problema de clandestinidade nem nada disso. Dentro dos quartéis trabálhávamos com relativa liberdade e fazíamos recrutamento político abertamente. Eu, por exemplo, algumas vezes chegava a reunir cinquenta ou sessenta soldados numa sala do quartel e discutia com eles os problemas da revolução.(...)
( Ex- sargento PM Pedro Lobo de Oliveira- A esquerda Armada no Brasil - Antonio Caso - 1976 - Moraes Editores - Portugal) )
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Conheci Carlos Lamarca em 1962, quando cheguei ao IV regimento de infantaria....desde aquela época nossa relação foi fundamentalmente política...
Por isso mesmo, as nossas discussões giravam  em torno da luta armada. embora ainda naquela época, com posições espontaneístas.. O exemplo da Revolução cubana provocou grandes discussões no seio das forças armadas brasileiras e fez com que muitos oficiais e sargentos progressistas se interessassem por tais questões.
( Ex- sargento Darcy Rodrigues - A esquerda Armada no Brasil - Antonio Caso - 1976 - Moraes Editores - Portugal)
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 Dilma contraria os fatos e a verdade ao dizer frases como essa:  - Eles foram exilados por haverem se atrevido a desejar um Brasil independente. Na nossa História, muitos tiveram que se exilar por desejar também liberdade e democracia .
E , muito menos é correta a frase  do Governador de Minas, Antonio Anastasia, eleito como se oposição fosse, e que, agora, em um seu discurso bajulador diz que  Dilma era muito bem-vinda a Ouro Preto, não apenas por ter nascido em Minas, mas também " por sua devoção ao juramento tácito de nossa gente: o de não faltar à pátria, à luta pela liberdade, pela justiça e pela igualdade".(...) 
Quando será que vão querer levar ao povo a VERDADE ?
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