Ato, promovido pelo Ternuma, em frente ao 
  Congresso Nacional, em 2004/2005. 5 cruzes
  levam o nome dessas vítimas abaixo relacio-
  nadas 
Na  semana , de 7a 15 de abril  reverenciamos a todos os que, tombaram, neste período,  pela violência política de terroristas. Os seus algozes, na ânsia de implantar uma ditadura comunista em nosso país, apoiados por Cuba, União Soviética,China e outros, iniciaram uma luta fraticida que envolveu jovens e enlutou o País.
Hoje,eles, que atentaram contra o Brasil, reescrevem a história, se passam por vítimas e heróis .Nós não temos nem  mesmo o lenitivo de nossos mortos serem lembrados pelo governo, não com indenizações , mas com homenagens, no dia  31 de março, pois eles sim morreram pela democracia.
Seus assassinos ou suas famílias  foram indenizadas pelo governo federal e algumas também pelos governos estaduais.
As famílias de suas vítimas, esperam por justiça até hoje.

07/04/71 – MARIA ALICE MATOS - (Empregada doméstica – Rio de Janeiro)
Morta por terroristas quando do assalto a um depósito de material de construção. 
10/04/74 – GERALDO JOSÉ NOGUEIRA - (Soldado PM – São Paulo)
Morto quando da captura de terroristas
14/04/69 – FRANCISCO BENTO DA SILVA - (Motorista - SP)
                   LUIZ FRANCISCO DA SILVA       - (Guarda bancário –SP)
Mortos durante um assalto, praticado pela Ala Vermelha do PC do B, ao carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os terroristas: Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto.
15/04/71 – HENNING ALBERT BOILESEN - (Industrial – São Paulo)
Quando da criação da Operação Bandeirante, o então comandante do II Exército, general Canavarro, reuniu-se com o governador do Estado de São Paulo, com várias autoridades federais, estaduais, municipais e com industriais paulistas para solicitar o apoio para um órgão que necessitava ser criado com rapidez, a fim de fazer frente ao crescente terrorismo que estava em curso no estado de São Paulo.
Os terroristas,a pedido de Carlos Lamarca, escolheram três nomes para serem assassinados, como forma de intimidar os demais colaboradores. Estes eram: Henning A. Boilesen, Peri Igel e Sebastião Camargo (Camargo Correia) O escolhido foi o presidente da Ultragás, Henning Albert Boilesen, um dinamarquês, naturalizado brasileiro.
Da ação participaram: Devanir José de Carvalho, Dimas Antonio Casemiro, Gilberto Faria Lima e José Dan de Carvalho, pelo MRT; Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, pela ALN; Gregório Mendonça e  Laerte Dorneles Méliga , pela VPR.
No dia 15 de abril de 1971 um Comando Revolucionário, integrado pelos terroristas Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas, José Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio de Matos, covardemente assassinou Boilesen. Joaquim Alencar Seixas e Gilberto Faria Lima jogaram os panfletos por cima do cadáver.  Sobre o corpo de Boilesen, mutilado com dezenove tiros, os panfletos da ALN e do MRT, dirigidos “Ao Povo Brasileiro”, traziam a ameaça:
“Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que eles sentirão o peso da JUSTIÇA REVOLUCIONÁRIA. Olho por olho, dente por dente
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