Surto psicótico
Por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra
www.averdadesufocada.com
Rakudianai, é o título de um artigo de Pérsio Arida . Um conto de humor negro que, analisado nas entrelinhas, logo se verá como é inverossímel, em inúmeras passagens. Ele narra fatos do seu período de "revolucionário"- militante na VAR-Palmares - e de sua prisão
Não sabemos se foi FANATISMO IDEOLÓGICO ou OPORTUNISMO, posto para fora em momento propício  ..
Na melhor das hipóteses, talvez, um SURTO PSICÓTICO, que o tenha levado a um DELíRIO PERSECUTÓRIO.
Afinal, ultimamente,  alguns problemas o jogaram na mídia.
Rakudianai, quer dizer,"Não é fácil", em japonês, como lhe dizia seu pai.
Rakudianai -  Para os  agentes dos órgãos de segurança - civis ou militares - não é fácil enfrentar esta batalha da comunicação.
 Imagino que tenha sido mais fácil enfrentar a luta armada, com o apoio e o reconhecimento do governo e do povo,  do que a  guerra da comunicação, agora que eles estão no poder.
A luta realmente é desigual. Uma revista, com uma certa circulação - não das maiores -, mas assim mesmo de circulação nacional,  com  o apoio de jornalistas que não averiguam o que é dito, publica uma matéria de Pérsio Arida eivada de falsidades e de mentiras, na citação de fatos que jamais aconteceram, quando militava na organização subversivo-terrorista Var-Palmares, tudo com o intuito de desmoralizar e desacreditar aqueles que combateram a luta armada.
Os militares, por questões disciplinares não podem falar e, muito menos, reclamar da falta de um pronunciamento das autoridades competentes. Vá lá... não sabem o que aconteceu, naquela época, com o jovem  estudante do segundo grau, Pérsio Arida. Mas, se tivessem interesse, perguntariam a quem de direito, aqueles que estão sendo acusados, o que de fato aconteceu com ele, hoje um  renomado economista. Ah! Ele não cita nomes, mas cita locais. Se houvesse interesse, procurariam saber quais eram os chefes...
Rakudianai - Não é fácil para nenhum militar, nem da ativa , nem da reserva. Aliás, os esquerdistas estão usando a mesma tática que usam com o povo, jogando uns contra os outros: militares de ontem e militares de hoje. Não é fácil, tanto para os soldados de ontem, que lutaram nesta esta guerra, como para os soldados de hoje que não viveram essa época, mas que conhecem este período por terem estudado na cadeira de História Militar a VERDADE  deste período.
Rakudianai  - Não é fácil também  para os militares de hoje, soldados da paz, que só conhecem a guerra por meio da teoria e desconhecem o que se passou naquela época.
Rakudianai -  Imaginem, para  um pequeno site, com cerca de 4500 visitantes por dia, como  o nosso... Mas, assim mesmo, como Davi, vamos enfrentar Golias.Vamos à luta !
Que , uma funda aqui, outra ali, jogue uma pedrinha de dúvida na cabeça de alguns e esses alguns, joguem essa mesma pedrinha na cabeça de outros, já será melhor que nada. 
Sabemos que não é essa a "verdade" que os militares e o povo querem. Estamos reunindo dados e assim que estivermos com datas, nomes, jornais da época, publicaremos a VERDADE  que o sr Pérsio Arida "esqueceu" de contar.
Para ele, sem dizer datas, citar nomes, usando pessoas já falecidas, 40 anos depois dos fatos passados, foi muito fácil mentir, enganar alguns setores da imprensa  com esse conto ficcional, puro delírio! Pode até ser que os que não conheceram e nem conviveram com o quase adolescente Pérsio Arida sejam enganados com essa "verdade" absurda , que logo conseguiremos desmentir.
Enquanto isto, se puderam, procurem ler no livro "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça", do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o capítulo "A Var-Palmares e os jovens", tudo o que, NA VERDADE, se passou com Pérsio Arida e um grupo de jovens, todos da Var-Palmares, que estiveram presos por 18 dias.. Eles foram entregues aos seus familiares , em uma cerimônia devidamente documentada e fotografada, publicada no mesmo livro, no DOI/ Codi/II EX, em São Paulo, órgão de Inforrmações onde estavam.
Este mesmo fato, com as mesmas fotos,  já foi narrado no livro "Rompendo o Silêncio", do mesmo autor, publicado em  1987 e jamais foi desmentido.
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