Dom evaristo Arns
 Pela editoria do site www.averdadesufocada.com
Há muito tempo estamos dizendo que os arquivos dos chamados " Anos de chumbo" não são abertos porque não existe interesse dos "resistentes", como se intitulam os militantes da luta armada..
Esses arquivos já estão nas mãos dos simpatizantes desses subversivo-terroristas há muito tempo.  Para sermos mais precisos tais arquivos  já foram abertos há mais de vinte anos, ainda durante o período militar, quando a equipe do arcebispo de São Paulo, D. Paulo Evaristo Arns, coordenada por Luís Eduardo Greenhalg, em pesquisas para produzir o livro Brasil Nunca Mais, esquadrinhou os documentos sob a guarda do Superior Tribunal Militar (STM).
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Texto completo

 

D. Paulo e sua equipe tiveram acesso à vasta documentação, copiaram o que desejavam, inclusive documentos sigilosos, o que é vedado por legislação pertinente. Ardilosamente, usaram o que lhes interessava, utilizando somente o que chamam de “principal”. O “restante” para o arcebispo,  são documentos secundários. Certamente, por conterem explicitamente os crimes e as intenções dos protegidos do eminente prelado 
É  bom frisar que no STM se encontra o maior e mais confiável acervo sobre o combate ao terrorismo. Sendo a última instância da Justiça Militar, eram encaminhados para esse Tribunal os processos e inquéritos dos implicados nos crimes de subversão e terrorismo.
Todo esse esforço , feito secretamente  foi para publicar em 1985, o livro Brasil Nunca Mais.. Logo após o sumario, encontramos a seguinte citação:

"Escreve isto para memória num livro" ( Exodo 17.14)
" Lembrem-se do que aconteceu no passado:
naqueles dias,
depois
que a luz de Deus brilhou sobre vocês,
vocês sofreram muitas coisas,
mas não foram vencidos na luta."
A equipe que o escreveu , de posse dessa valiosa documentação, fez a triagem a seu modo, privilegiando o que queria, publicando o que interessava, distorcendo os fatos e ignorando o que não lhe convinha. Não consideraram os atentados terroristas, os “justiçamentos”, os seqüestros e os assassinatos praticados pela esquerda e omitiram o principal - a motivação para tais atos. Tais crimes foram propositadamente omitidos, para que a Nação não tomasse conhecimento das atrocidades dos que pegaram em armas para implantar no Brasil  a ditadura comunista.
. Basta folhear a obra de D. Evaristo Arns para constatar que, segundo ele, o desvario da esquerda simplesmente não teria existido.
Em entrevista intitulada “Abram já os arquivos”, concedida ao jornalista Roldão Arruda, de O Estado de S. Paulo, em 28/10/2004, o arcebispo declarou:
“Na preparação do livro Brasil Nunca Mais, obtivemos autorização para copiar 707 processos da Justiça Militar. No total copiamos 1 milhão de páginas - um documento valioso na reconstituição das violações dos direitos humanos. Eram denúncias feitas diante de autoridades militares, em juízo, com nomes de torturadores, de locais de tortura, de presos desaparecidos. Penso nisso e pergunto: quantos outros arquivos existem por aí?”
Posteriormente, na matéria intitulada “A verdade é que nos liberta”, do jornalista Adauri Antunes Barbosa, publicada em O Globo, de 28/11/2004, diz o prelado:
“O principal já foi publicado, mas a gente quer ver por escrito, saber que é verdade. Não é a informação que nos liberta. A verdade é que nos liberta. Vale a pena abrir.”
Mas, ele jamais abriu todos os arquivos. O “principal”, a que se refere D. Paulo, foram as acusações de tortura feitas   perante os juízes, durante os julgamentos, quando os criminosos usavam esse argumento para se inocentar dos crimes praticados ou para justificar as delações de companheiros. Ele somente se refere a isso no seu livro. Os “justiçamentos”, os seqüestros, os assassinatos, as “expropriações”, os atentados a bomba, com vítimas inocentes, não são relevantes para o arcebispo, pois, segundo  ele, foram confessados sob tortura.
Com grande parte da mídia dando cobertura ao que Dom Evaristo e sua equipe consideraram importante ,  os que pegaram em armas,  hoje,  se apresentam como “heróis”, e muitos deles estão encastelados em altos cargos no governo.
Volta e meia, de acordo com a conveniência da situação o assunto abertura dos arquivos vem a tona.
Em 2004, foi criada uma comissão encarregada de
  
      Dilma ( POLOP - COLINA - VAR-Palmares )
       Franklin Martins ( DI /GB - MR-8 )
“abrir os arquivos da ditadura”.
Baixou no ministro da Justiça da época, Márcio Thomaz Bastos,  o espírito da Santa Inquisição. Sugeriu que se requisitassem as cópias dos documentos em poder dos civis e militares que lutaram contra o terrorismo.
Com os escândalos cairam alguns membros do governo, mas vieram novas presonagens também comprometidas , membros de organizações subversivo- terroristas e as mesmas ideologias ultrapassadas, sempre alardeando a defesa da abertura dos arquivos . Foi criado o Portal Memórias Reveladas, por Franklin Martins e Dilma Rousseff; foi sugerida a criação da  Comissão da Verdade, pelos ministros Paulo Vannuchi e Tarso Genro: e lançado o livro Direito à Memória e a Verdade, pela Secretaria de Direitos Humanos,  todos seguindo os mesmos princípios da equipe de Dom Evaristo Arns - trazer a público apenas  o "principal" para eles.- denúncias de torturas, abusos sexuais, desaparecimentos de " jovens inocentes", que lutavam pela democracia -, tudo com o objetivo de mitificar a luta armada e denegrir os governos militares.
  
              Paulo Vannuchi e Tarso Genro
Os revanchistas julgavam que ficaríamos calados e aceitaríamos, passivamente, a triagem que eles pretendiam fazer, como fizeram D. Evaristo e sua equipe, buscando, apenas, documentos que contribuíssem para comprometer os órgãos de segurança da época.
Não esperavam pela reação de organizações, grupos e, internet e, até de parcela da imprensa, exigindo a abertura dos arquivos por uma comissão isenta e responsável, não aceitando a proposta governamental  Ao pressentirem que, finalmente, através do próprio governo, a Nação tomaria conhecimento contra o que e contra quem foi a luta armada , durante algum tempo, o assunto foi temporariamente esquecido.
Não temos conhecimento exato do que está a disposição da equipe do governo desde que Dom Evaristo retirou, de forma ilegal o que interessava a ele e sua equipe tornar público, mas que uma grande "limpeza" foi feita , é inegavel, pois ele mesmo já declarou que retirou o principal e pela introdução do livro  nota-se que nem tudo foi tornado público., o próprio título da materia abaixo : "Disponíveis fragmentos do processo do STM."  e a descrição da Coleção Brasil Nunca Mais , nos leva a crer que a triagem continua . Não se relaciona atentados, assaltos, sabotagens, sequestros , assassinatos  e outros crimes cometidos pelos que são lembrados como aqueles " que a luz de Deus brilhou em vocês" "
 Fonte: A Verdade Sufocada- A História que a esquerda não quer que o Brasil conheça

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