Assessores ajudam  o presidente Rafael
 Correa a tirar a máscara 

Portal Terra
Militares rebeldes ocupam a pista do aeroporto de Quito, que foi fechado devido ao protesto
O governo do Equador decretou nesta quinta estado de exceção em todo o território nacional e delegou para as Forças Armadas a segurança interna e externa do país.
O secretário jurídico da Presidência equatoriana, Alexis Mera, disse em entrevista coletiva do palácio de governo que está determinado o "estado de exceção por uma semana" e que, nesse período, as forças militares assumirão o controle da segurança.
Dezenas de policiais tomaram vários regimentos nas três principais cidades do país - Quito, Guayaquil e Cuenca -, um dia depois de a maioria governista ter aprovado uma lei que regulará o serviço público e retirará seus benefícios.
Paralelamente, cerca de 150 membros da Força Aérea Equatoriana (FAE) invadiram a pista do aeroporto internacional de Quito, obrigando as autoridades de aviação civil a suspender as operações.
Apoiado numa muleta pelo fato de que foi submetido há pouco a uma operação no joelho, o presidente conseguiu sair do quartel usando uma máscara de proteção e ajudado por seguranças depois da explosão de várias bombas de gás lacrimogêneo, segundo um jornalista da AFP no local.
Após deixar o regimento, Correa retirou a máscara e foi levado para o Hospital da Polícia logo ao lado, onde entrou de maca apresentando sinais de asfixia pelo gás lacrimogêneo.

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