Cardenio Jayme Dolce
Hoje, 02/09, fazem 39 anos da morte de meu pai,Cardenio Jayme Dolce ,ex-comandante da policia especial, assassinado por  terroristas covardes que lhe tiraram  a vida por nada.
 Peço  a todos um minuto de oração por meu pai e por todos que foram mortos durante a luta armada.
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A pedido de Jaime Dolce, frequentador assíduo de nosso site, reverenciamos  e dirigimos nossas orações a todos os que, em setembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso País.
Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos.
Curiosamente, talvez por conter a Semana da Pátria, os meses de setembro destacavam-se como os mais trágicos de todos os meses manchados pela insânia comunista.
Reverenciamos a todos os que, em setembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso País. Para isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os princípios realmente democráticos.
Curiosamente, talvez por conter a Semana da Pátria, os meses de setembro destacavam-se como os mais trágicos de todos os meses manchados pela insânia comunista.
Como hoje, para eles, a comemoração da efeméride da Independência significava “coisa de militares”, o que açulava o ódio e a gana dos assassinos vermelhos e estimulava o desencadeamento de ações fratricidas.
A esses heróis, abaixo relacionados, o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão:  
28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade - (Cabo PM – GO)
Em meados de 1966, eram numerosas as agitações estudantis em várias cidades do Brasil, com numerosos incêndios suspeitos em São Paulo e conflitos no Rio de Janeiro.  Estudantes, dirigidos por agitadores comunistas, resolveram invadir e ocupar o Colégio Estadual Campinas. A diretora solicitou policiamento. Por volta das 20:00 horas, quando a “tropa”, armada com fuzis modelo 1908, com tiros de festim, chegou ao colégio – que estava invadido – foi recebida por tiros vindos do seu interior, ocasião em que foi atingido, mortalmente, o cabo Raimundo de Carvalho Andrade que era o alfaiate da corporação.
07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza - (Soldado PM – SP)
Morto, com sete tiros, por terroristas da ALN qando de sentinela no DEOPS, em São Paulo. 
20/09/68 – Antônio Carlos Jeffery (Soldado PM – SP)
Morto a tiros quando de sentinela  no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco.
Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária.
Assassinos:
- Pedro Lobo de Oliveira;
- Onofre Pinto;
- Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como o Diógenes do PT, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS. 
03/09/69 – José Getúlio Borba (Comerciário - SP)
                 João Guilherme de Brito (Soldado PM – SP)
Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz, resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito ,
. Na troca de tiros José Wilson Lessa Sabag foi morto.  
20/09/69 – Samuel Pires (Cobrador de ônibus – SP)
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus. 
22/09/69 – Kurt Kriegel (Comerciante - RS)
Morto por terroristas, com três tiros durante assalto ao restaurante de sua propriedade.
Organização VPR 
30/09/69 – Cláudio Ernesto Canton (Agente da Polícia Federal - SP)
Após ter efetuado a prisão de  um terrorista  da ALN foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento.
14/09/70 – Bertolino Ferreira da Silva (Guarda de segurança - SP)
Morto durante assalto praticado pelas organizações terroristas ALN e MRT ao carro pagador da empresa Brinks, no Bairro do Paraíso em são Paulo.  
21/09/70 – Célio Tonelly (Soldado PM - SP)
Morto em Santo André, quando de serviço em uma rádio patrulha tentou deter terroristas que ocupavam um automóvel. 
22/09/70 – Autair Macedo  (Guarda de segurança - RJ)
Morto por terroristas, durante assalto a empresa de ônibus Amigos Unidos.
02/09/71 – Gentil Procópio de Melo (Motorista de praça - PE)
A organização terrorista denominada Partido Comunista Revolucionário determinou que um carro fosse roubado para realizar um assalto. Cumprindo a ordem recebida, o terrorista José Mariano de Barros tomou um táxi em Madalena, Recife. 
Ao chegar ao Hospital das Clínicas, quando fingia que ia pagar a corrida apareceram seus comparsas Manoel Lisboa de Moura e José Emilson Ribeiro da Silva, que se aproximaram do veículo, tendo José Emilson disparado dois tiros que mataram o motorista Gentil Procópio de Melo.            
  02/09/71 – Cardênio Jaime Dolce
                   -  Silvâno Amâncio dos Santos
                   - Demerval Ferreira dos Santos (Guardas de segurança - RJ)  
                   Assalto à Casa de Saúde Dr Eiras
Animados  com o  resultado do assalto ao Hospital da Ordem Terceira, A CR/GB (Coordenação Regional/Guanabara da ALN – Ação Libertadora Nacional ) planejou o assalto à Casa de Saúde Dr Eiras, em Botafogo. Levantaram o dia do pagamento dos funcionários , 2 de setembro de 1971, e partiram para a ação.  Faziam parte do GTA (Grupo Tático Armado):
Flávio Augusto Neves Leão Sales ,
Hélcio Pereira Fortes,
Antonio Carlos Nogueira Cabral, Sônia Hipólito,
Aurora Nascimento Furtado,
Isis  Dias de Oliveira , e
Paulo César Botelho Massa, José Milton Barbosa, Antônio Sergio de Matos e Hélber José Gomes Goulart, vindos de São Paulo como reforço.
O GTA entrou em ação com a chegada do carro pagador na casa de saúde.
A guarda de segurança do hospital reagiu ao assalto. Depois de intenso tiroteio, Cardênio Jaime Dolce, Silvano Amâncio dos Santos e Demerval Ferreira dos Santos estavam mortos. Ficaram feridos o médico Dr. Marilton Luiz dos Santos Morais e o enfermeiro Almir Rodrigues de Moraes.
Os assaltantes, além de oitenta mil cruzeiros, levaram as armas dos seguranças mortos.
O jornal Ação nº 2- porta voz das organizações terroristas-, de setembro/outubro/71, fazendo apologia da chacina da Casa de Saúde Dr Eiras, assim justificou os assassinatos:
 “A imprensa da ditadura procurou explorar politicamente a morte dos guardas, apresentando-os como vítimas inocentes. No entanto, é preciso ficar bem claro que, consciente ou inconscientemente, naquele momento agiram como defensores dos exploradores e de seu governo, atacando guerrilheiros. Por isso não foram poupados e nem serão  aqueles que tomarem a mesma atitude.” 
23/09/72 – Mário Abraim da Silva (Segundo Sargento do Exército - PA)
Pertencia ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva, com sede em Belém. Sua Companhia foi deslocada para combater a guerrilha na região do Araguaia. Morto em combate, durante um ataque guerrilheiro no lugarejo de Pavão, base do 2º Batalhão de Selva. 
 ??/09/72 – Osmar (Posseiro - PA)
"Justiçado" na região do Araguaia pelos guerrilheiros por ter permitido que uma tropa de para-quedistas acampasse  em suas terras.  
27/09/72 – Sílvio Nunes Alves (Bancário - RJ)
Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR – ALN – VPR – Var Palmares e MR8. Autor do assassinado: José Selton Ribeiro.

Os mortos aqui relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome a escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o  dinheiro do contribuinte.

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