ROTA -  Rondas tobias de Aguiar/Centro S Paulo

"Rota sofre 2º atentado em menos de 17h
Homem foi morto na madrugada de ontem ao supostamente atirar contra a sede da tropa especial da PM paulista
André Caramante - Folha de São Paulo 
A sede da Rota (Rondas Tobias de Aguiar), espécie de tropa de elite da Polícia Militar paulista, no bairro da Luz (região central de SP), foi alvo de um atentado a tiros às 3h30 de ontem e, no revide, um ex-detento foi morto.
Menos de 17 horas antes do atentado contra a sede da Rota, por volta das 11h de sábado, o chefe da corporação, o tenente-coronel Paulo Adriano Lopes Telhada, 48, escapou de um atentado.
 

Texto completo

 

No ataque à sede da Rota, diz a polícia, dois homens pararam um veículo na lateral do batalhão, na esquina da avenida Tiradentes com a rua João Teodoro, e um deles atirou seis vezes contra o prédio centenário.
O
s PMs que faziam a guarda do local, segundo a polícia, revidaram e mataram o balconista Frank Ligieri Sons, 33, que havia descido do carro com um coquetel molotov ainda apagado e uma pistola .40.
Ex-presidiário que cumpriu pena de 11 anos por roubo e lesão corporal, Sons tomou dois tiros e foi levado para o hospital, mas morreu.
Após o ataque ao coronel e à sede da Rota, e a informação de que ao menos dez carros haviam sido incendiados na zona leste, o policiamento foi reforçado na capital.(...)"

Observação do site www.averdadesufocada.com  :

 Esperamos que não se repitam os fatos ocorridos em 2006, ano de eleições para Presidente da República - Lula  e Alckmin ,  governador licenciado de São Paulo-, quando ataques a policiais militares em São Paulo tomaram uma repercussão
  
         Ataques a õnibus em São Paulo / 2006
gigantesca e acabaram por causar pânico geral e clima de terrorismo na população.  Em oito dias, o governo contou 373 ataques. Oficialmente, 154 pessoas morreram, sendo 24 PMs, 11 policiais civis, nove agentes penitenciários, 110 cidadãos - 79 deles suspeitos de ligação com o PCC.
Em seguida, em todo o Estado ocorreram rebeliões em 24 unidades. Internos da Febem também se rebelaram. Simultanamente, como se obedecessem a um comando único, homens abriram fogo contra bases da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana, viaturas, delegacias, na Grande  São Paulo e  no interior. Ocorreram ataques também a endereços comerciais, agências bancárias, estações de Metrô e ônibus
  
 Ataques a prédios públicos e veículos com
 bombas incendiárias - SP /2006
foram incendiados. Outras duas séries de ataques aconteceriam em julho e agosto, ambas com menor intensidade em relação a maio.
Na terceira onda de violência, entre 7 e 9 de agosto, foram contabilizados 205 ataques , predominando o uso de bombas caseiras, sobretudo contra prédios públicos, como o Ministério Público e o da Secretaria Estadual de Justiça.


Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/retrospectiva/2006/materias/pcc.jhtm
O então governador do estado de São Paulo, Cláudio Lembo - substituto de Alckmin -, foi duramente criticado pela imprensa pela demora na resposta, falta de comunicação entre as forças policiais, falta de informação à mídia e à população em geral e gerenciamento da crise. Críticas que acabaram respingando o candidato à presidência da República, Geraldo Alckmin.
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Comentários   
#1 vanessa ferreira fog 18-02-2015 10:31
delegado eu fiquei 7 dia intenada no joao 23
na rua juveu na mooca
estou placreatite
e pedra na vesicula
vou ter que opera
meu tio policia eli braquesante

nem foi me ver
no hopita
eu odeio ele
pede para ele equese
de mi
nunca mais aparece
na minha casa
pede para ele sumi
ele divia ser preso





por abadona afilha dele no hopital



oeli




esta na base da policia
na pracinha
perto da casa
bahia
obigada
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