Informe JB
Leandro Mazzini
O Comando do Exército , através do Serviço de Inteligência, vem apurando desde 2005 as relações promíscuas de militares com empresas contratadas para tocar obras do governo, cuja denúncia de uso de laranjas veio à tona.
Sem abafar o caso, mas resolvendo internamente, o comando preferiu uma estratégia: gradativamente, tirar o poder das fundações envolvidas nas obras. A direção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) também estava a par. Tudo era feito para que as obras fossem concluídas, sem prejuízo ao erário público, e juntos, Exército e DNIT, encerrassem os contratos.
A revelação vai apressar isso. Mas com um diferencial: o MPF também quer saber o que houve.

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