Deputado Jair Bolsonaro - PP/RJ
Militares e democracia
Esquerda tenta, pelo voto, impor o que não conseguiu pelar armas
Jair Bolsonaro - Deputado federal (PP-RJ) - Jornal O Dia
Rio - Fidel Castro foi o grande financiador da luta armada no Brasil para derrubar o regime militar e implantar aqui a ditadura do proletariado. Somente os tolos ou os que hoje recebem milionárias pensões acreditam que estes lutavam por democracia em nosso País.
O PNDH-3, no qual pretendem, entre outras medidas, controlar a mídia, abolir símbolos religiosos, rever a lei de anistia e ferir de morte a propriedade privada são a prova inconteste da verdadeira intenção da esquerda. Após a Lei da Anistia, os que retornaram de férias curtidas em países comunistas aqui passaram a se declarar, não como bandidos e traidores da pátria, o que seria o certo, mas como perseguidos políticos.
Como vítimas, foram atrás de indenizações milionárias cuja conta no atual governo chegou a R$ 3,5 bilhões. Hoje, aprendendo a lição da esquerda, para fugir de condenações, qualquer marginal sempre alega em juízo que tudo o que havia declarado por ocasião de sua prisão foi mediante tortura, a palavra da moda entre criminosos.
A Igreja Católica, toda a imprensa, os empresários, os ruralistas e as mulheres em passeatas pediram, e os militares, como sempre, ao lado do povo, assumiram, com a ajuda de civis, o governo em 1964 (as bibliotecas estão aí para serem visitadas). Não se tem conhecimento na História de um governo ditatorial permitir aos vencidos a volta ao poder pela via pacífica. Os militares permitiram.
A mesma esquerda de ontem, hoje no poder, mais uma vez mostra sua intenção de nos querer impor, pelo voto dos pobres e ignorantes cooptados por programas assistencialistas, formas de governos nos moldes praticados pela Venezuela e Cuba. Pelas armas não conseguiram; pelo voto, depende de cada um de nós evitar.

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