Pela editoria do site www.averdadesufocada.com

Tem gente dizendo que nós fazemos campanha subliminar para o Serra porque não publicamos o dossiê dele. Em absoluto. Nós torcemos para que surja um candidato, que não tenha sido integrante de organizações subversivo-terrorista.  Uma pessoa que não cultue Marx, Trotsky ou Lênin. Queremos um candidato que queira levar o Brasil para o futuro. e não para o passado.  

 Alguns cabos eleitorais já andam comparando os militantes que "ficaram e foram para cadeia ", como o caso de Dilma, Minc e outros, com "os que fugiram para o exterior durante o regime militar", como José Serra e Franklin Martins. Para alguns cabos eleitoras os primeiros são "heróis que lutaram pela liberdade no Brasil, pela democracia ". Os outros, são "os covardes que abandonaram os companheiros." Omitem, propositadamente que muitos comandavam do exterior - Chile, Cuba , Argélia ou da Europa, as ações no Brasil.

 

 

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Além disso, Franklin Martins e Dilma parece que já andam se estranhando...Ambos têm gênio forte. Estopim curto! Imaginem Franklin Martins, que fugiu
 
        José Serra , Dilma Rousseff e Aécio Neves
logo depois do sequestro do embaixador americano, e que continuou manipulando o MR-8 do Chile, ouvindo isso...

Completando o quadro de problemas, Paulo Vannuchi, uma pedra no sapato de Lula, com o PNDH 3, vai acabar provocando uma revisão na Lei de Anistia e isso atingiria,  entre outros, Dilma e Franklin.

Quanto à campanha, por enquanto, está entre Dilma e Serra. Um é paulista, a outra é mineira. Velha política  do café com leite.Um, filho de um emigrante, vendedor de frutas, foi criado em uma casa geminada ( uma grudada com a outra ), em rua de chão batido.

A outra era ou é rica, o pai deixou 15 bons imóveis em Belo Horizonte. Velha luta entre proletários e burgueses. Oh, atraso!... Como se isso importasse para o caráter e a capacidade das pessoas...Velha luta de classes... 

A Contra-revolução, golpe preventivo ou contra golpe aconteceu em 1964.                                                                                  Dilma, em 1963, já atuava na Polop - organização trotsquista, que foi criada em 1961.  Depois foi para o Comando de Libertação Nacional - Colina -,  que fundiu-se com a Vanguarda Popular Revolucionária -VPR -, dessa fusão surgiu a Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares. Tanto o Colina, como a VAR-Pamares, assim como a VPR foram organizações que praticaram ações criminosas e atos de terrorismo, como  assassinatos, sequestros e atentados a bomba.  Exemplo: A VPR foi responsável pelo atentado ao Quartel General, em São Paulo, que matou o soldado Mario Kosel Filho e feriu 5 outros militares.

Serra foi um dos  fundadores da Ação Popular - AP-, criada oficialmente em 1963 . Essa organização foi responsável pelo atentado ao Aeroporto de Guararapes. Entre seus membros estava o ex-padre Alípio de Freitas, com curso de guerrilha  em Cuba, um dos mentores da ação que vitimou duas pessoas e feriu outras 13.

Serra até, poderia, naquela época não saber que sua organização era subversivo - terrorista, mas com o tempo era impossível que não soubesse.

Quando os militares assumiram o poder em 1964, Serra era presidente da UNE, eleito com o apoio da Ação Popular – AP.

Em 1964, exilou-se na Bolívia  e depois na França. Em 1965, retornou ao Brasil, clandestinamente, e nesse mesmo ano foi para o Chile, onde acabou casando com uma sobrinha de Allende. Como Serra

  
 José Serra, Dilma Rousseff e Ciro Gomes
parece mais mineiro (caladão) do que Dilma, não sabemos quais contatos e o que ele  fez no Brasil, nesse período em que esteve clandestino no Brasil.

 Dilma continuou no Brasil,  militando em organizações subversivas até janeiro de 1970, quando foi presa em São Paulo. Cumpriu pena por três anos. Depois de solta continuou seus estudos no Rio Grande do Sul, na UFRS, onde formou-se em economia. Esse é um ligeiro perfil dos dois candidatos. Vai ser interessante vê-los em um debate. Todos os dois dizendo-se defensores da liberdade e da democracia.O problema é não termos opção para votar. Os dois são farinha do mesmo saco. Continuam rodeados de militantes comprometidos com os ideais de Marighela. Basta ver alguns de seus assessores, muitos pegaram em armas para tentar implantar no Brasil uma ditadura do proletariado.  
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