A esquerda, durante os governos militares, longe de desejar a democracia queria (e hoje ainda quer) instalar uma ditadura socialista, conforme historiadores da própria esquerda, como Jacob Gorender e Daniel Aarão Reis, reconhecem. Mataram mais de 100 pessoas, algumas delas seus comparsas. A revista “Veja”, de 20 Jan 2010, edição 2148, apresentou o quadro a seguir.

Texto completo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ação Libertadora Nacional

(ALN)

Comando de Libertação Nacional (COLINA)

Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)

Vanguarda Armada Revolucionária (VAR-Palmares)

Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8)

Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

PCdoB-Ala Vermelha

INSPIRAÇÃO

IDEOLÓGICA

Castrismo

Trotskismo

Trotskismo

Trotskismo

Trotskismo

Maoismo

Maoismo

TÁTICAS

Assaltos a bancos, ataques a carros-fortes, seqüestros, guerrilha rural

Assassinatos, assaltos a bancos e roubo de armas

Atentados a bomba, assassinatos, roubo de armas e guerrilha rural

Assaltos a residências, bancos e carros-fortes

 Seqüestros, roubos e assaltos

Guerrilha rural na região do Araguaia, entre 1972 e 1974

Assaltos a carros-fortes, roubo de armas, seqüestros e invasão de estação de rádio

QUEM MILITOU

Paulo Vannuchi,

José Dirceu,

Aloysio Nunes Ferreira

Dilma Roussef, Fernando Pimentel

Fernando Pimentel, Diógenes de Oliveira

Carlos Minc, Dilma Roussef

Franklin Martins,

Juca Ferreira, Fernando Gabeira

José Genoino, Criméia Alice Schmidt de Almeida

Tarso Genro,

Élio Cabral de Souza

O QUE DIZIA SEU PROGRAMA

Todos nós somos guerrilheiros, terroristas e assaltantes, e não homens que dependem de votos de outros revolucionários ou de quem quer que seja”

O terrorismo, como execução (nas cidades e nos campos) de esbirros da reação deverá obedecer a um rígido critério político”

Estamos exercendo hoje uma violência de vanguarda e não uma guerrinha do povo localizada”

Formação do Estado Socialista, dirigido pelo Governo Revolucionário dos Trabalhadores, expressão da Ditadura do Proletariado”

Mesmo após a tomada do poder será preciso aprofundar continuamente o conteúdo da revolução, (...) suscitando intensa luta ideológica que destrua as seqüelas da sociedade burguesa”

A luta revolucionária em nosso país assumirá a forma de guerra popular”

Constituir-se-á um governo de transição para a ditadura do proletariado e para a etapa socialista”

 



Onde eles estão:

Paulo Vannuchi- secretário de Direitos Humanos do Ministério da Justiça

Aloysio Nunes Ferreira- secretário da Casa Civil do Estado de S. Paulo (governo José Serra)

Dilma Roussef- Ministra da Casa Civil da Presidência da República

Fernando Pimentel- prefeito de Belo Horizonte

Diógenes de Oliveira- ex-tesoureiro do PT/RS

Carlos Minc- ministro do Meio Ambiente

Franklin Martins- ministro das Comunicações

Juca Ferreira- ministro de Propaganda

Fernando Gabeira- deputado federal

José Genoino- deputado federal

Criméia Alice Schimidt de Almeida- presidente da Comissão dos Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos

Tarso Genro- ministro da Justiça

Élio Cabral de Souza- presidente da Associação dos Anistiados de Goiás

 

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