Oh, Deus,  isso  nem é marola, é tsuname!
 
Por Paulo Carvalho Espíndola, Cel Reformado
           Grave crise institucional quase ameaçou a estabilidade democrática do país e ainda ameaça, caso Lula não cumpra a promessa de rever e modificar o polêmico Plano de Direitos Humanos urdido por uma camarilha de revanchistas, liderada por Tarso Genro e Paulo Vannuchi. Todos eles, ao que parece, estão acometidos de uma interminável TPM, que resulta em destilar ódio contra os que os venceram na guerra suja deflagrada por eles, na tentativa de impor ao Brasil uma ditadura marxista-leninista. O interessante é que homem não menstrua...

            A pronta reação dos comandantes das Forças Armadas, com o surpreendente e firme apoio do Ministro da Defesa, fez ecoar o rugido que há muito esperávamos para pôr fim a todo esse desvario de um só viés.

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Para acalmar as legiões, Lula teve o cinismo de declarar que assinara o plano cambeta, em meio à Conferência Mundial sobre o Aquecimento Global, realizada em Copenhague, na Dinamarca, a partir de 07 Dez de 2009. Ora, se o fez sem ler responsavelmente o decreto que lhe apresentaram deve ter sido por uma das razões (ou por todas) a seguir: definitivamente, é um analfabeto funcional; é cercado por assessores mal-intencionados ou incompetentes; seu decantado faro político falhou feio, talvez pelo êxtase causado pelo seu louvado desempenho na dita conferência; ou por pura negligência ante um assunto tão sensível e perigoso. Temo por outros decretos já assinados por ele com tanta desídia.             O maquiavelismo do plano repousa na criação de uma autoritária “Comissão Nacional da Verdade”, que visa, tão-somente, a “apurar e esclarecer violações de direitos humanos durante o regime militar”. Nas entrelinhas, fica evidente a intenção de revisar a Lei da Anistia, com o fito de torná-la curta, parcial e restrita aos vencidos na cruenta luta armada. Nada se fala sobre os crimes de terrorismo, assassinatos, sequestros, roubos e outros mais, perpetrados pela esquerda revolucionária. Verdadeiramente, uma colcha de retalhos mal-engendrada pelo odioso maniqueísmo da esquerda no poder.            Cinicamente, o plano de direitos humanos em nada se dirige às autênticas aspirações da maioria do povo brasileiro, que, de forma diuturna, é violada nos mais comezinhos dos seus direitos, como assistência à saúde, moradia digna, segurança, pleno emprego, e vários outros mais. Entre muitos pontos polêmicos, o plano envereda para objetivos desconexos, como “regulamentação das grandes fortunas” - para o desespero dessa esquerda corrupta -, “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo”. Quanta preocupação...               Sr Paulo Vannuchi foi extrema infelicidade ao chamar de covardes os chefes militares e o ministro da Defesa, que não compareceram à cerimônia de lançamento do plano. Não se trata de ter aquilo roxo, Sr Revanchista, que o tem, policromicamente, como um arco-íris, mas, sim, de tê-lo, como os militares, com a cor do mais puro desvelo pelo Brasil.            Felizmente, houve um rugido dos que têm maior representatividade na sociedade brasileira.            Graças a Deus, o socorro veio de onde sempre o Brasil encontrou amparo.            Habemus papas.                                  

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