Vereador Gilberto Natalini (PV) retorna à CMSP - YouTube

No vídeo abaixo , No final Gilberto Natalini omite a carta e continua agredindo o Cel

15/05/14 - Carta aberta ao vereador Gilberto Natalini
Por Carlos Alberto Brilhante Ustra - Cel Ref EB
Senhor Vereador Gilberto Natalini
O jornal A Folha de S. Paulo, de 28/08/2012, publicou entre outras, as seguintes declarações, feitas pelo senhor, onde me acusa de tê-lo torturado:
“Ele me batia com uma vara de cipó de um metro e meio de comprimento. Tive que ficar equilibrado com os pés em cima de latas de leite em pó. Também sofri choques elétricos. Tudo pelas mãos dele”.
"Ele me bateu durante várias horas e me obrigou a declamar poesias nu e diante dos soldados para me humilhar".

Sr Gilberto Natalini, desminto, categoricamente, as suas declarações. Eu nunca o torturei, como não torturei ninguém.
Procurando o que consta a seu respeito no Google encontrei o seguinte:
Gilberto Natalini
Médico, Vereador, 51 anos
Gilberto Natalini, vereador, nascido no ano de 1952 , em São Paulo, é formado em medicina e foi um dos presos políticos do regime militar.
Ativista estudantil pela UNE e pela UEE, tentava articular a reintegração das escolas médicas, onde discutia o tema política.
Acusado de participar de uma facção política que praticava guerrilha urbana, Natalini foi preso cerca de dezessete vezes durante os anos de repressão. Em uma delas passou quatro meses na carceragem do DOPS, em São Paulo.
Atualmente, Natalini exerce a função de médico de forma solidária todos os sábados, por uma promessa feita em cárcere anos atrás, além de ser vereador do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB) pela cidade de São Paulo, em seu segundo mandato.

{jcomments on}Certamente, como é comum entre os que me acusam, o senhor já terá "as testemunhas que o viram ser torturado por mim e que também se dirão torturadas", o que dará mais credibilidade ao que foi publicado no jornal.

Mas, para que as suas declarações, a respeito das suas prisões, tenham maior credibilidade responda, por favor, às seguintes perguntas:
1 - Em que período (dias, mês e ano) o senhor esteve preso no DOI/CODI/II Exército, em São Paulo, ocasião em que teria sido torturado por mim?
2 - Os presos pelo DOI, após interrogados, se considerados inocentes eram liberados pelo próprio DOI, se culpados, eram encaminhados ao DOPS/SP.
3 - O senhor foi liberado pelo DOI , caso positivo, em que data? Ou foi encaminhado ao DOPS/SP,neste caso, em que data?
4 - O senhor afirma que " foi preso cerca de dezessete vezes durante os anos de repressão. Em uma delas passou quatro meses na carceragem do DOPS, em São Paulo".
Após passar tantos meses no DOPS/SP o senhor, certamente, foi indiciado em algum Inquérito Policial e encaminhado ao Presidio Tiradentes, com prisão preventiva decretada pala Justiça. Em que data isto aconteceu?
4- Em que Auditoria Militar o senhor foi julgado? Quando? Qual a sentença que recebeu?
5 - Os presos pelo DOI foram indenizados pela Comissão de Anistia. O senhor, só pelo fato de ter passado quatro meses no DOPS, deve ter recebido uma excelente indenização desta Comissão. Quando o senhor foi indenizado pela Comissão de Anistia?
Senhor Gilberto Natalini, como o senhor , depois de tantos anos, guarda na memória detalhes de sua suposta tortura no DOI, tenho a certeza de que se lembrará, com muito mais clareza, das datas em que o senhor "sofreu as agruras da ditadura" e que ficaram gravadas, para sempre, na sua memória.
Atenciosamente
Carlos Alberto Brilhante Ustra

Observação: Até hoje aguardo a resposta do vereador Gilberto Natalini mAis eu mesmo,pesquisando encontrei o que poderia ter sido a resposta do vereador Gilberto Natalini à minha carta. Mas isto não lhe interessava.Bastava transcrever trechos do livro Médicos de Cangaíba: Viver é gostar de gente- por Gilberto Natalini, onde ele conta sua participação organizando uma coleta de dinheiro para a guerrilha do Araguaia
Em 1972, Gilberto distribuia o jornal Molipo e assim participava de todo grupo do Molipo , de militantes treindos na China - 
 - operação do PCdoB

O pior contecceu em 1972

Quando ia chegando em casa , depois de entregar os jornais do Molipo aum gupo de estudantes, um rapaz preso em seguida no Mato Grosso,  entregou seu nome.

Dobrando a esquina para ir à Faculdade encostaram ao meio fio duas peruas Veraneio do DOI.

LÁ FUI EU. NÂO ME BATERAM PORQUE INVENTEI QUE ACHEI OS JORNAIS NO BANHEIRO .SABENDO QUE FARIAM UMA BUSCA ADIANTEI: TINHA MAIS NO MEU QUARTINHO. FIQUEI TRÊS DIAS PRESO. RECEBI O ALVARÀ DE SOLTURA E VOLTEI PARA CASA COM MEIA DÙZIA DE DESCONFIADOS AGENTES QUE FARIAM A APEENSÂO DOS JORNAIS RESTANTES.

Do Livro MÉDICOS DE CANGAÍBA: VIVER É GOSTAR DE GENTE - POR GILBERTO NATALINI

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