Jornal da Cidade - 22/12/2019 às 07:20
Para os órfãos do Alckmin, Alvaro Dias, Amoedo et caterva, gostaria de dizer: o Presidente Bolsonaro sempre defendeu seu ideal de um Brasil melhor. Teve a humildade de evoluir à medida em que compreendia que certas ideias postas em prática nunca trouxeram progresso e desenvolvimento.



Escolheu Ministros que em suas áreas estão entre os melhores do mundo. Em um ano fez pelo Brasil arrasado, em crise econômica, ética e moral o que nenhum outro conseguiria ter feito. Desafio alguém que conteste essa afirmação que faço. Trata-se de fatos, não de narrativas.



Seus opositores de esquerda, corruptos, espertalhões e com sede de poder não perdoam. Para eles, quanto pior, melhor.

Nunca vi ninguém ser mais atacado do que ele e sua família.

Sofre ataques virulentos todos os dias, tentaram matá-lo.

O sigilo dos advogados que pode levar aos mandantes do crime é protegido.

Já o do filho e de mais de CEM pessoas foi quebrado.

Adelio tentou matar o candidato à frente nas pesquisas. O funcionário do Flávio movimentou ao longo dos anos R$ 600 mil reais. Uma vida tem preço?

E ninguém fala no Lulinha, hoje um dos homens mais ricos do Brasil, que movimentou pouco menos de meio BILHÃO de reais. Nem na falecida que amealhou cerca de R$ 30 MILHÕES quando vendia Avon. Nem nos outros filhos.

O Presidente foi atacado ao longo da vida. Cometeu crime ambiental fake em Angra dos Reis quando estava em Brasília. Foi acusado de ter atendido ligação no Rio de suspeito de mandante de crime quando estava em Brasília.

Quer desabafar? Entendo e não me incomodo. Relevo porque em um ano, pela primeira vez no Brasil há décadas, não houve uma única denúncia de corrupção no seu governo.

O estuprador de cabras e a estocadora de vento falavam coisas mil vezes piores e nunca vi ninguém ficar indignado. Achavam graça. Muito engraçado mesmo esse tipo de humor seletivo.



Pelo que o governo Bolsonaro fez em um ano, com os ministros ESCOLHIDOS POR ELE, posso dizer: melhor só D. Pedro II.

Não gostou do que eu escrevi? Bye bye, so long, farwell. Ciao. Au revoir, auf Wiedersehen. Tolerância zero com quem não tem tolerância. Ou não sabe o que é bom para o Brasil.

Veja o vídeo:

Lucia Sweet
Jornalista

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