Por Maria Joseita Brilhante Ustra -Adaptado do livro A Verdade Sufocada de Carlos Alberto Brilhante Ustra 
Continuando as poucas linhas do autor da matéria “ nem a viúva de Ustra adere ao AI-5 de Bolsonaro”,vejamos- o autor poderia ter proporcionado aos leitores matéria elucidativa do motivo da promulgação do AI-5 .
Pura má fé , sabendo que eu não teria silenciado no meu site sobre a polêmica a respeito deste assunto.
Como a ele não interessa que o publico conheça a situação política daquela época,  vou transcrever parte da situação em que se encontrava o país, no durante o governo Costa e Silva
Vou escrever trechos da nossavivência naquela época que espero levem os leitores a entender porque o Marechal Costa e Silva promulgou o Ai 5 .

Em 1966 , o atentado a bomba em Guararapes
Fatos marcantes no ano de 1968
- Intensificação do movimento estudantil, levando a morte em conflito com a polícia o estudante Edson Luis;
-Jornadas de junho – com passeatas, depredações de órgãos públicos e privados , queima de veículos ;
-Explosões de bombas, saques de viaturas e muitas incendiadas de norte a sul do País;
- Assalto ao Hospital Militar do Cambuci para roubo de armas;
-Atentado a bomba no Consuladio Americano em São Paulo;
-Atentado a bomba no QG do II Exército , com a morte do soldado Mário Kozel Filho, deixando 5 feridos e destruindo parte do Quartel ;
-“Justiçamento “ do capitão do Exército dos EUA Charles Chandler;
- “justiçamento” do major do exército alemão Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen;
-Atos de sabotagem em trens e fábrica de armas;
-Assalto ao trem pagador na ferrovia Santos-Jundiaí, coma participação de Aloysio Nunes ferreira, secretário –geral da Presidência da República e depois ministro da justiça no governo Fernando Henrique e outros postos , desde que chegaram ao poder.
Além de todos os atos terroristas , o governo Costa e Silva ainda se defrontava com parlamentares da oposição que, incessantemente, se pronunciavam de modo ofensivo ao Regime Militar, e prejudicavam o governo, vetando vários projetos além de tentarem desmoralizar as Forças Armadas. Um dos deputados.Um desses deputados, Márcio Alves, incentivava o povo a não participar das comemorações do Sete de Setembro. O governo pediu à Câmara dos deputados licença para cassar o seu mandato, o que foi negado.
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O povo contabilizava até o final de 1968 , um saldo de 19 mortos pelos terroristas ,9 mortes em passeatas citadas pelos jornais e 2 estudantes, em uma época de tranquilidade como era em meados da década de 1950. e a tendência era aumentar muito
Neste cenário o presidente da República promulgou o Ato Instucional nº 5

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