20 de Outubro, 2019 - Nelson F. During - Editor -Chefe DefesaNet
Grupo de Puebla: Nova estrutura substitui o Foro de São Paulo para a retomada do Poder
Nova Organização da esquerda que substituiu o Foro de São Paulo é montada para coordenar uma Guerra Híbrida Continental . Na foto sentados   HADDAD, MERCADANTE FOTO GRUPO DE LIMA

Grupo de Puebla: a nova roupagem do Foro de São Paulo

Nova roupagem do  Foro de São Paulo - De pé  Haddad  , Mercadante

                                                                                                                                                                                                                      
Discretamente, 10 dias antes da XXV Reunião do Foro de São Paulo, realizada em Caracas, na cidade de Puebla, México, foi criada a nova organização, que substituiu o carcomido Foro de São Paulo.

Criado em 1990, na cidade de São Paulo, para buscar formas de apoiar financeiramente Cuba, após o debacle Soviético, serviu de base para que a esquerda tomasse o poder na maioria dos países da América Latina, em especial os mais relevantes, incluiu: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Venezuela.

Após a perda do poder na maioria dos países e sem fontes de financiamento, que provinham do Chavismo com os petrodólares da Venezuela e do sistema de corrupção montado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil a esquerda trabalhou uma nova estrutura.
A esquerda da América Latina se reuniu sob uma nova roupagem: o Grupo de Puebla.
Criado em 14 de julho de 2019, na cidade de Puebla, no México, o grupo tem entre seus fundadores políticos socialistas da América Latina e da Espanha, entre os quais os brasileiros Lula da Silva, Dilma Rousseff, Fernando Haddad e Aloizio Mercadante.

O Partido dos Trabalhadores (PT) brasileiro, o Kirchnerismo da Argentina, o Correismo do Equador, e os socialistas do Chile compõem a parte central da iniciativa que foi batizada de “Grupo de Puebla”.

A motivação da cúpula foi discutir estratégias para impedir a direita conservadora de continuar ganhando espaço no continente americano.

De acordo com o documento de fundação, “a lawfare (guerra legal) que foi desencadeada nos últimos anos contra os líderes progressistas da América Latina é uma forma inédita e agressiva de substituir as armas militares pela manipulação de recursos legais”.

O texto aponta a prisão do ex-presidente brasileiro Lula da Silva como o caso mais emblemático da ruptura do Estado de direito. No vídeo abaixo, conforme publicado pela senadora paraguaia Esperanza Martinez, podemos ver os membros do grupo recitando o tradicional “Lula Livre” da extrema esquerda do Brasil durante o encontro em Puebla.


Esperanza Martinez
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@esperanza_py
Para nosotros la situación es clara, el compañero @LulaOficial es un preso político, fue encarcelado para evitar que participe y gane unas elecciones en democracia. Por eso, desde @ProgresaLatam decimos: ¡#LulaLivre!

Vídeo incorporado
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10:27 - 15 de jul de 2019
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Ao contrário do Foro de São Paulo, que atua nas sombras, o Grupo de Puebla é uma organização que está adaptada para agir em todos os campos, especialmente na mídia.

No Brasil, segundo o site oficial do grupo, estão alinhados ao movimento político os blogs petistas DCM Online, Brasil 247, Carta Capital, entre outros.

No exterior, as fontes mais relevantes são o jornal espanhol El País, a bolivariana TeleSur e o as mídias alinhadas ao governo da Rússia: RT e Sputnik.

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