Mergulho na selva, me envolvo no verde
Com o sangue a esquentar e querer defendê-la..O grito de SELVA
Desponta como o raio de sol
Por entre as folhas a brilhar.
Em nossa alma a brotar
Ardor de lutar. Vencer! Vencer!

Como no sul, ombro a ombro
No norte, com sangue
No nordeste, com alma
No oeste, com dor
No leste, irmanados
Sempre expulsando O agressor, O invasor.

Com você Amazônia não será diferente
Do que foi no passado, com caneta na mão
A ditar a razão, ou com arcabuz, faca,
Canhão, fosso no chão, do balão a olhar,
Foguete a troar e bala a zunir.

Água no peito, no rio a andar,
Buscando você de olhos estranhos
Diferentes dos meus, escuros que são
Como minha pele queimada
Da sagrada mistura, camuflada na sombra.

Me chamo Brasil, soldado da SELVA,
Nascido e criado na beira do rio,
Ribeirinho que sou.
“Filho” do brasileiro primitivo
Que há muito tempo a esta terra chegou.

Nação descoberta, cadinho do amor,
Mescla de sentimento, paixão, idioma,
Só uma, sem secessão. Vontade nossa
Que há de superar a intenção de dividir,
Que alguns não enxergam e apoiam os estranhos.

Conheço este chão como a palma da mão.
As águas me dizem o caminho a seguir.
A mata não me assusta, me abriga,
Me alimenta, me dá força
P’ra lutar e vencer.

Não luto sozinho, conto contigo,
Irmão, chefe, patrão, governo e amigo.
Comando, união, razão e visão
Não traem o legado, que por dádiva,
Nos puseram nas mãos.

A cada base do outro lado instalada,
Com tecnologia e ambição,
Faremos dez com valor da gente devotada.
Rever o passado, ocupar a fronteira.
Vazio é terra largada, alça sem mão.

Colônia Militar, Tiro de Guerra,
Nada além de Capitão.Famílias integradas.
Médicos, dentistas, professores,
Instruídos pelo Estado
Vão restituir o gasto nas suas fornadas.

Gente do Mar e do Ar, vigiando, ligando,
Apoiando e lutando, governo atento,
Não vão nos faltar.Querer é poder.
Não é perguntar ao inimigo o que devo fazer.

Assim, podemos gritar:
Esta terra tem dono..
S E L V A!

Soldado da Selva Brasil
Ernesto Caruso
27/04/03
Soldado da Selva Brasil
Mergulho na selva, me envolvo no verde
Com o sangue a esquentar e querer defendê-la..

O grito de SELVA
Desponta como o raio de sol
Por entre as folhas a brilhar.
Em nossa alma a brotar
Ardor de lutar. Vencer! Vencer!

Como no sul, ombro a ombro
No norte, com sangue
No nordeste, com alma
No oeste, com dor
No leste, irmanados
Sempre expulsando O agressor, O invasor.

Com você Amazônia não será diferente
Do que foi no passado, com caneta na mão
A ditar a razão, ou com arcabuz, faca,
Canhão, fosso no chão, do balão a olhar,
Foguete a troar e bala a zunir.

Água no peito, no rio a andar,
Buscando você de olhos estranhos
Diferentes dos meus, escuros que são
Como minha pele queimada
Da sagrada mistura, camuflada na sombra.

Me chamo Brasil, soldado da SELVA,
Nascido e criado na beira do rio,
Ribeirinho que sou.
“Filho” do brasileiro primitivo
Que há muito tempo a esta terra chegou.

Nação descoberta, cadinho do amor,
Mescla de sentimento, paixão, idioma,
Só uma, sem secessão. Vontade nossa
Que há de superar a intenção de dividir,
Que alguns não enxergam e apoiam os estranhos.

Conheço este chão como a palma da mão.
As águas me dizem o caminho a seguir.
A mata não me assusta, me abriga,
Me alimenta, me dá força
P’ra lutar e vencer.

Não luto sozinho, conto contigo,
Irmão, chefe, patrão, governo e amigo.
Comando, união, razão e visão
Não traem o legado, que por dádiva,
Nos puseram nas mãos.

A cada base do outro lado instalada,
Com tecnologia e ambição,
Faremos dez com valor da gente devotada.
Rever o passado, ocupar a fronteira.
Vazio é terra largada, alça sem mão.

Colônia Militar, Tiro de Guerra,
Nada além de Capitão.Famílias integradas.
Médicos, dentistas, professores,
Instruídos pelo Estado
Vão restituir o gasto nas suas fornadas.

Gente do Mar e do Ar, vigiando, ligando,
Apoiando e lutando, governo atento,
Não vão nos faltar.Querer é poder.
Não é perguntar ao inimigo o que devo fazer.

Assim, podemos gritar:
Esta terra tem dono..
S E L V A!

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