AS CONTRARREVOLUÇÕES DE 64
(Em defesa de nossa soberania)
AIleda de Mattos Oliveira
Por que me preocupo tanto com o Ministério da Educação, foco de minhas atenções, a partir da posse do novo Presidente? Porque antes dele, todas as gerações de estudantes já estavam perdidas pelo desvairamento mental a que eram submetidas. É de se esperar que recuperemos as mentes dos ainda não afetados pela indisciplina intelectual que atingiu, fragorosamente, um dos pilares da nacionalidade: a Educação.
Sem Educação, nesses anos de retroação comunista, foi para o limbo a língua padrão (a culta, então, nem se fala), para que mais fácil fosse imposta, com força total, a distorção do sistema linguístico, dos significados das palavras, a fim de eliminar do país as suas referências culturais. Já progredia a todo vapor o sistema de linguagem praticado pela guerrilheira Dilma. A lógica era não ter lógica.


Símbolos nacionais? Estes não existiam mais. Tínhamos um território e, sobre ele, um amontoado de gente, conduzida. E o pior, via-se, nas bandeiras vermelhas, o tremular sanguíneo de uma ideologia de morte.


Outra Contrarrevolução de 64 deve ocorrer. Como ação prioritária, devemos retirar o retrato de Paulo Freire das paredes mentais dos professores de Pedagogia. É fundamental para a saúde da Educação

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Por isso entendo que a chefia da pasta caberia a um militar reformado, conhecedor dos programas educacionais vigentes, porque os próprios Colégios Militares observam o programa destinado a todos os demais colégios, exceto nas disciplinas específicas às exigências militares. A diferença, flagrante, é que nos Colégios Militares, o ensino é levado a sério e continuou sendo levado a sério, mesmo na época trevosa por que passamos.
É fato constatado pelo próprio estado lastimável do ensino brasileiro que não podemos ter em mãos frouxas a área educacional, porque continuarão os professores a ser meros papagaios de ministros que ocupam a pasta.


Sem a Educação voltada para o conhecimento do país e do mundo, certamente, outras tantas Contrarrevoluções de 64 serão exigidas, para que o Brasil não volte a sofrer a traição de 1935; as guerrilhas da celerada Dilma e dos seus iguais, de 1968; o entreguismo de FHC, de 1995 a 2003; a dadivosa cessão do dinheiro público, a fundo perdido, a ditadores sanguinários de “repúblicas” sul-americanas e africanas pela dupla de traidores Lula e Dilma. Nada foi feito no Brasil, mas tudo foi realizado nos países comunistas à custa do contribuinte brasileiro.


A Contrarrevolução de 64 não se tornou, apenas, uma data no calendário dos brasileiros conscientes; da retirada dos comunistas do poder e do combate aos seus escravos ideológicos. Contrarrevolução de 64 tornou-se, hoje, uma expressão representativa da luta pela limpeza moral do país; do vigor nacionalista; um símbolo de mudança em que prevalece a ética comportamental; o retorno à brasilidade.


Com a chegada de Bolsonaro à Presidência, o patinho feio da crônica política de esquerda e dos “famosos” da esperneante Globo, esperamos que essa nova Contrarrevolução de 64 seja vitoriosa em todo o seu governo. Os que gritam, não são atores de primeira linha na sua arte; os jornalistas que mentem, não são profissionais pensantes, formam todos uma claque repetidora do que a sua dona manda dizer, aliados do “Caê” e de seus amigos, todos órfãos da Lei Rouanet, com a subida ao Planalto do Capitão Bolsonaro.


Esta Contrarrevolução de 64, diferentemente da anterior, não partiu de Juiz de Fora (MG) nem teve seu centro de mobilização em Uruguaiana (RS), mas do Rio de Janeiro para o Planalto Central pela tenacidade de um davi contra todos os golias e que teve como meta, e esperamos que a mantenha, a eliminação da praga da corrupção institucional pelas mudanças morais e éticas em toda a nação. Lamentável permanecer, ainda no Congresso e no STF, a parte podre da República que, atrevidamente, tenta obstar a assepsia dos costumes.


Aliás, a mudança da capital do então Estado da Guanabara para o Planalto Central, foi projetada, justamente, para irradiar o progresso a todos os quadrantes deste gigantesco país com a execução de sérias políticas públicas, se não prevalecesse a fome do poder e a avidez do butim a tudo que cheirasse a dinheiro público e a fundos de pensão.


Continuo a bater na tecla de que para a recuperação da estrutura educacional, alicerce indispensável ao funcionamento da República, o Ministério da Educação e Cultura deve estar em mãos fortes e atentas, sem abrir brechas a quem já serviu aos governos vermelhos e fechar e vedar as portas a qualquer resquício dessa devastadora ideologia.


Não podemos nos descurar da Educação pela relação íntima com a outra instituição, também viga mestra da reconstrução do país, a Família. Portanto, que a Contrarrevolução de 64, em novo modelo, seja observada atentamente pelo Presidente Bolsonaro, para que não sofra, como aconteceu em 1935, uma traição pelas costas, uma sabotagem, um boicote nos seus objetivos de transformar o Brasil num país civilizado, partindo do único meio de progresso e desenvolvimento: a Educação.
Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES e da AHIMTB.

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