LEGISLAÇÃO DE EXCEÇÃO
“Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade, traduzindo um País com projeção de poder e soberano, deve ser o nosso NORTE! “
Gen Marco Antonio Felicio da Silva
O Presidente Bolsonaro, ao ser empossado, declarou solenemente que governará tendo como guia a Constituição Cidadã. Se tal acontecer, levar-se-á muito tempo para que o PAÍS se livre da herança maldita do PT .
Irá Bolsonaro defrontar-se, o que já ocorre, com tradicional oposição radical no Congresso ( provavelmente maioria) e da qual participam PSB, PDT, PC do B, PSOL, Rede, Pros e PV totalizando 148 parlamentares. À tal oposição, se juntará outra, a do PSDB em seu total ( 29 deputados), ou parcial, e a do PT ( a maior bancada da Câmara: 56 deputados)


. Esta última criminosa, capaz de incentivar diversificadas ações, inclusive violentas, por meio de organizações sociais, controladas pelo partido, como o MST, MTST e sindicatos, entre outras. Ações estas já prometidas por lideranças do PT, como o fez o condenado, solto pela leniência do STF, José Dirceu. No Senado, dos 81 senadores, só 54 são originários de 2018. O PSL, cuja direção nacional, sem visão política, vetou inúmeras candidaturas, elegeu apenas 4. Os demais 50 eleitos: MDB, 7, Rede, 5, DEM,4, PSDB, 7, PSD,4, PSDB, 4, e PT,4. Os demais somaram 11 votos fragmentados.
Há que enfatizar que está ela, a oposição, infiltrada nos poderes da República, principalmente no Judiciário, e, não menos, nas redações dos meios de comunicação, nas universidades e escolas e no meio religioso. Tal situação, há muito conhecida, ficou comprovada durante o impedimento da inepta Dilma e de alguns dos julgamentos no TST e no STF, oriundos da “Lava Jato” e, também, no decorrer da última campanha eleitoral.


A declaração do Presidente eleito de que irá rever demarcações de terras indígenas, como a da “Reserva Raposa Serra do Sol”, verdadeiro crime de “lesa pátria”, cometido pelo STF, já encontra oposição de políticos, de juristas e de diversas entidades indigenistas, incluso estrangeiras.


Será que uma decisão que atinge a Soberania e o interesse nacionais não pode ser revista e anulada? Qual o motivo? Porque o STF, aparelhado, assim o decidiu anteriormente? Será que o Ministro da Defesa e o Cmt do Exército ficarão passivos em nome da disciplina, diante decisão antipatriótica do STF? Que disciplina é essa que impede a defesa do real interesse nacional? Passividade similar permitiu que governantes irreponsáveis criassem o Ministério da Defesa, com ineptos civis à frente, por pressão do governo dos USA. Permitiu-se a interrupção do Programa Nuclear e a adesão aos tratados que proíbem o desenvolvimento e posse de armamento nuclear e a construção de foguetes de alcance superior a 300 Km. Impediram, também, o fortalecimento de nossa Defesa Externa, um programa espacial e a geração de importantes tecnologias de ponta, essenciais ao Brasil, incluso agregando valor aos nossos produtos de exportação.

Tornamo-nos País de segunda categoria em matéria de Poder Militar, enfraquecendo qualquer tentativa de projeção de Poder além-mar, graças à covardia de presidentes como FHC e Fernando Collor.
Apoiar-se-á, Bolsonaro, numa Constituição que se mostrou, durante todos esses anos de Nova República, privilegiando mais direitos do que deveres e incapaz de propiciar soluções para conflitos políticos em se tratando de um presidencialismo de coalizão e não parlamentarismo? A enfatizar que é uma Carta Magna construída ao final dos governos militares, em clima emocional, explorado pela demagogia de raposas políticas de então como Ulisses Guimarães, Tancredo Neves e outros de igual comportamento,


Hoje, mais importante do que a reforma da Previdência (déficit?), prioritário e urgente, sendo o maior problema inerente à Segurança Nacional, é o combate ao crime organizado, ao tráfico de drogas e de armas e à lavagem de dinheiro em proporções alarmantes e crescentes. Temos uma grande legião de jovens destruída pelas drogas, 70000 assassinatos por ano. A complicar, o advento de ações terroristas, como agora no Ceará ocorrem, e possíveis de emergir por todo o Brasil. Quase 1 milhão de presidiários e intenso sentimento de insegurança que permeia toda a sociedade nacional. Provavelmente, neste momento, surge nova faceta, com facções criminosas em aliança de cunho político para ações de resistência ao atual governo. Guerra Iregular|


Vivemos o absurdo da existência de mini estados ilegais dentro do próprio Estado Nacional. Sociedade fraturada, a imagem do País arrasada internacionalmente, afastando turistas e investimentos estrangeiros. A agravar, a diminuta capacidade de combate de nossas forças policiais, causada pela falta de efetivos, equipamentos, novas tecnologias e modernos armamentos para o enfretamento necessário. Legislação inadequada e organizações civis e imprensa com bandeiras surreais de respeito aos DH dos bandidos.


A leniência das autoridades responsáveis, durante anos a fio, nestes últimos 34 anos de desgoverno e de alta corrupção, nos levaram a um impasse atual : ou combatemos seriamente, com urgente prioridade, tais organizações criminosas, “inimigas” da Nação, propiciando às Forças Armadas e forças policiais o que for necessário em matéria de recursos e mais uma temporária Legislação de Exceção, Incluso com a adoção da Pena de Morte para humanos criminosos hediondos ou estaremos condenando, sem volta, a cada dia, os Humanos Direitos, como se não tivessem Direitos Humanos, isto é, os condenando à insegurança e à Pena de Morte dos criminosos.

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