2- Como já havia dito, poucos dias atrás, mandei cartas a Cora Rónai, Merval Pereira e a Miriam Leitão, não respondidas. Apesar disso, mandei outra, hoje, a Ascânio Seleme, a saber:
Prezado jornalista Ascânio Seleme
No O Globo de hoje, 28 OUT, na sua crônica “Um país dividido”, na chamada BOÇAL É POUCO, concordo com tudo. Há “claros sinais de esquizofrenia e psicopatia”, de absurdo desvio da realidade e da sensatez. Lembra-me, e cabe bem no texto, sua colega Miriam Leitão, que, dia após dia, só pensa, fala e escreve criticando os militares e o Bolsonaro. Dia após dia!
Os militares não têm culpa de ela, então Amélia, ter se envolvido no terrorismo no passado, de pugnar por uma ditadura comunista, e ter sido presa. Ela sabia o que estava fazendo! E, também, nem Bolsonaro, duplamente, por ter sido militar e, como deputado, ter destruído argumentos ideológicos de um dos filhos dela, deixando-o sem ação!


Ela não é boçal, é, indiscutivelmente, um problema de saúde mental, que, como VS escreveu, “é mais perigoso do que um simples boçal”
Ela já está incomodando, há muito tempo, os leitores do jornal e da TV. Ou ela se cura, com esse psiquiatra que VS citou, ou vamos mudar de jornal e de TV!
Cordialmente
Luiz Sérgio Silveira Costa

3- Mandei outra, ao jornal, às Cartas dos Leitores, a saber:

A manchete do jornal dizia “Haddad fica sem Ciro, mas ganha apoio de Barbosa”, parecendo que Barbosa se equivale a Ciro. Não, Ciro teve 13 milhões de votos, e Barbosa não teve, ou não tem, nenhum. Barbosa, além de tudo, na hora do “vamos ver”, vai se mandar para Miami....... Lula, no seu egoísmo e medo de perder o domínio do partido, nem quis receber Ciro. Seja quem for eleito, Lula vai ter que se ver, logo logo, com Moro, e, certamente, vai adicionar alguns anos à sua condenação. E, se seu poste se eleger, vai, com certeza, sair dessa rua esburacada, dessa mão de ferro do PT, hoje, mais para lata.... E velha, corroída, corrompida!

4- Merval Pereira, sempre elogiável, hoje, não me agradou. Elogiou a mensagem que chamou de apaziguadora de Toffoli, com a qual discordo, pelas razões explicadas na reflexão citada no tópico 1 deste escrito.
Depois, aprovou a reação do STF ao uso das universidades para pregação política, que acho um absurdo, tanto a colocação de faixas como a reação do STF, pois não se pode usar um prédio público para propaganda política. O que Merval e os membros do STF diriam se alunos da Escola Naval colocassem faixas de apoio a Bolsonaro, com “Ele, sim” ou “Fora PT”? Liberdade de expressão nas universidades é salutar, mas em sala de aula, nos trabalhos acadêmicos, nas discussões dos diretórios ou grêmios, mas não na colocação de faixas políticas nas fachadas, ou usar os prédios e suas instalações para trincheiras políticas!
Finalmente, Merval convida a quem ganhar, “se referir ao adversário, assim como o derrotado telefonar desejando-lhe sorte”. Discordo que Bolsonaro, se ganhar, ou perder, faça isso. É uma questão de respeito e amor próprio, no caso específico dele, pois não vi, ou li, qualquer baixaria dele contra a pessoa de Haddad, enquanto este, para usar um termo do Saleme, foi um boçal, agredindo Bolsonaro, ao longo dos comícios e entrevistas, com várias grosserias, que cataloguei, a saber:
“Bolsonaro é o cara mais baixo que conheci na vida pública”.
“Só por desinformação alguém pode votar conscientemente nessa figura que fala coisas tão grotescas contra negros, mulheres, nordestinos e contra bolsa-família”.

“Bolsonaro não tem qualificação para vereador ou deputado, quanto mais para presidente”.

“Bolsonaro desonra as Forças Armadas”

“Estão vendendo Bolsonaro com uma pessoa razoável”

“Bolsonaro entrou em desespero com o resultado das últimas pesquisas”
- “ Bolsonaro é um psicopata violento“ - Lindbergh
“Esta é a campanha eleitoral mais baixa de todos os tempos, por culpa do Bolsonaro”
- “Em comício, Haddad chama Bolsonaro de ´frouxo’”
- “A serpente fascista rompeu a casca do ovo e já não tenta disfarçar sua natureza. Pensa estar ‘com a mão na faixa presidencial’ e já exerce seu reinado de ódio e perseguição, incitando a violência contra pessoas e instituições, o que é intolerável numa democracia (…)” - Gleisi Lula Hoffmann
Assim, embora não seja aconselhador dele, sugiro que Bolsonaro, em quem votei, se perder, não telefone para Haddad, e, muito menos, o parabenize. Se ganhar, ignore-o, não o cite no discurso de vitória, foi um candidato lançado do presídio.... Se Haddad telefonar e insistir que quer lhe cumprimentar, atenda e fale apenas as quatro palavras mágicas, que dizem tudo: VTNC!
É bom relembrar que Bolsonaro, no 2º turno, não fez campanha normal, pela tentativa de assassinato que recebeu e o feriu gravemente. E Haddad nem se lixou para isso, atacando e agredindo uma pessoa enfraquecida, e em recuperação, o que mostra bem o seu caráter. E, acrescento, a campanha de Bolsonaro no 2º turno se limitou a poucas aparições em casa, não podendo comparecer a comícios e passeatas e a rebater as aleivosias.
Ora, VTNC é até pouco. Acrescente o VPPQP, seu FDP*!

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* Essa linguagem, os cachaceiros e presidiários entendem muito bem...
Rio de janeiro, 28 de outubro de 2018

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