Geraldo Azevedo pede desculpas ao General Mourão
Mourão diz que vai processar compositor por fala sobre tortura; Azevedo pede desculpas
O Estado de S.Paulo -23 Outubro 2018 |
O general da reserva Hamilton Mourão, vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), disse que vai processar o cantor e compositor que o acusou de torturá-lo durante o regime militar
observação do site www.averdadesufocada.com : Interessante que em 1985, ao lançar o livro BRASIL NUNCA MAIS, Dom Evaristo Arns, relacionava  cerca de 500 pessoas que se diziam "torturadas". Com o  passar do tempo, e com a criação da Lei de Indenização, no governo Fernando Henrique Cardoso, repentinamente , cerca de mais  de 30.000 pessoas se dizem"torturadas"  e entraram com pedidos de indenizações milionários. pedidos que , nos governos de Lula e Dilma, chegaram a quase dobrar de números e de valores de gratificações, chegando-se a se criar uma  nova modalidade de bolsa, a famigerada Bolsa Indenização.  

O general da reserva Hamilton Mourão, vice na chapa do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse que vai processar o cantor e compositor Geraldo Azevedo que o acusou em um show no fim de semana de torturá-lo durante o regime militar. Ao Estado, Mourão afirmou que em 1969, ano em que o artista esteve preso pela primeira vez, ainda não tinha ingressado no Exército. Procurado pela reportagem na manhã desta terça-feira, Azevedo negou que o candidato a vice na chapa de Bolsonaro estivesse entre os militares que o torturaram quando ele foi preso, em 1969 e em 1974.

“É uma coisa tão mentirosa”, disse Mourão. “Ele me acusa de tê-lo torturado em 1969. Eu era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre e tinha 16 anos”, afirmou o general da reserva. “Cabe processo.” Hamilton Mourão entrou em 1972 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se formou em 1975. É filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão e Wanda Coronel Martins Mourão.

As declarações de Geraldo Azevedo, dadas em show no final de semana na Bahia, foram citadas pelo candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, em sabatina, nesta terça-feira pela manhã, no jornal “O Globo”.

Em nota, o artista pediu desculpa “pelo transtorno causado pelo equívoco e reafirmou sua opinião de que não há espaço no Brasil de hoje para a volta de um regime que tem a tortura como política de Estado e cerceia a liberdade de imprensa”.

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