SOBRE O ATENTADO A JAIR MESSIAS BOLSONARO E OS DESDOBRAMENTOS.
Em, 23 de setembro de 2018 – Via Internet
ATENTADO À VIDA DE UM CANDIDATO PRESIDENCIAL!
Sem dúvida, um fato gravíssimo que não pode deixar de ter quem o investigue, conforme mandamento legal; naturalmente esse “investigador” há de pertencer a uma Instituição federal que tem a obrigação de dar transparência oportuna ao resultado das investigações.



Há detalhes relevantes que são de conhecimento público pela ação da mídia (filmes e fotos):

a arma do crime embrulhada saindo de uma bolsa feminina, passando a um intermediário e chegando ao criminoso;

evidência da impossibilidade de haver um “lobo solitário”;

o depoimento bem concatenado do criminoso evidenciando ser alguém letrado; a audiência de custódia antes de completadas 24 horas do crime com a presença de QUATRO advogados ‘top de linha’, dos “mais famosos e caros” da região, despertando a curiosidade de se saber quem os contratou (lembrando que o criminoso estava preso);

o prejuízo causado à campanha da vítima e, consequência lógica, vantagem aos seus adversários;

o registro de duas entradas do criminoso na Câmara dos Deputados, em Brasília, no mesmo dia do atentado em Juiz de Fora, induzindo a se pensar em álibi premeditado.

E finalmente, o silêncio sobre as investigações e o notório prejuízo ao candidato vítima.

Especulações à parte, conjuntura política indesejável, candidatura desafiando até Deus, ao eleitor cabe indagar: haverá Justiça ou é caso de se confirmar que o crime vai compensar?
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 Sobre o atentado. Desdobramentos.

O sumiço da Faca e o registro na Câmara: Adélio não agiu sozinho, alerta Alexandre Garcia (Jornal da Cidade, 21 Set 2018).

Após o golpe em Jair Bolsonaro, Adélio se livrou rapidamente da faca. Tudo indica que repassou para alguém, tanto é que a ‘arma branca’ foi encontrada numa barraca de ambulante, nas imediações. Alguém jogou esta faca onde foi achada. Parece óbvio.

A questão do registro na Câmara também deve ser cuidadosamente examinada.

Algo de muito podre ronda a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados.

O diretor do setor alega que um recepcionista registrou por engano a entrada de Adélio Bispo de Oliveira no local, no dia 6 de setembro, o dia do atentado contra Jair Bolsonaro.

Ora, foram constatados os registros de duas entradas do criminoso.

O tal servidor registrou por engano duas vezes?

E o nome do servidor distraído agora é mantido sob sigilo?

Parece óbvio que caso o atentado tivesse sido exitoso e no meio da multidão Adélio alcançasse a fuga, o álibi estaria pronto.

Esse era o plano e isto parece bem claro.

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