“Não se vendeu, nem enfiou a cabeça no buraco feito avestruz.”
Prezados
Entendo que os militares não estão na berlinda devido a uma ou várias candidaturas de militares.
Cada um, como pessoa, responde por si, na ativa, reserva, reformado e em cargo eletivo.
Esses candidatos não representam as Forças Armadas, mas que são uma opção nesta ímpar oportunidade quando se pode eleger um presidente como o Bolsonaro que se tem identificado com muitos dos nossos princípios e demonstrado que não tem se aliado aos bandidos do colarinho branco encastelados nos mais altos postos da República. Não se vendeu, nem enfiou a cabeça no buraco feito avestruz.

O artigo da jornalista que aborda o assunto, embora destaque como eficiente a formação dos militares, nada mais é do que já tem feito no contexto da desconstrução orquestrada da candidatura Bolsonaro, na imprensa coligada aos interesses dos sucessivos governos pós abertura política, e com interesse por conveniência em manter a bipolaridade entre o PT e o PSDB.

Será que não está clara tal posição?

No programa Roda Viva, no Globo News, nos noticiários, nos editoriais, na simples reprodução de pronunciamentos que deturpam, fixando-se nas partes que podem representar algum confronto com grupos sociais. Rótulos simplistas de racista, homofóbico, machista, misógino...

Bolsonaro não vai fazer milagres. O que fez Sarney? Collor, FHC, Lula, Dilma? Alguma coisa boa, claro, e tantas quantas ruins. E, precisa ganhar no primeiro turno.

Os 64.000 homicídios por ano não assustam? Todos os dias é assassinado alguém por um moleque no roubo de um mísero telefone celular. Chega. Só isso pra mim, basta.

Saudações
Ernesto Caruso

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