Estado de exceção
por Joseita Brilhante Ustra - 10/07/2017
Acabo de ler um artigo no Globo - 10/07/2017 escrito pelo Senhor Wadih Damous - deputado Federal, PT/RJ - e ex-presidente da OAB do RJ, intitulado " Estado de exceção, onde ele compara , com críticas severas, a Operação Lava Jato e o comando do Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra no DOI de São Paulo.
O artigo começa com a seguinte frase do livro "A Verdade Sufocada": "Não é possível combater o terrorismo amparado nas leis normais, eficientes para os cidadãos comuns".. "Os terroristas não eram cidadãos comuns" .Assim pensava o cel Ustra, torturador, comandante do DOI-CODI, .na época da ditadura militar
Pergunto ao defensor dos membros das organizações subversivo-terroristas e da Comissão da Verdade: 1- Os terroristas são cidadãos normais? O senhor jogaria uma bomba em um aeroporto onde várias pessoas esperavam um candidato à presidente da República, bomba que matou duas pessoas , deixou um jogador de futebol sem uma perna , um tenente - coronel com problemas para o resto da vida e 15 pessoas feridas , inclusive uma criança?. 
 
2- Um cidadão normal faria o mesmo em um quartel ? Direcionaria uma Kombi , repleta de explosivos , que , errou o alvo escolhido - a entrada principal do quartel - e, assim mesmo,matou um soldadinho de 18 anos , feriu 5 militares e destruiu parte do quartel?
3 - Um cidadão normal mataria a coronadas um tenente da Polícia Militar /SP que se oferecera como refém a cinco terroristas para salvar sua tropa que estava ferida e precisava de atendimento médico?
4- Eu poderia citar 119 assassinatos, fora os "justiçamentos" praticados pelos "heróis ", crimes que foram omitidos pela Comissão da Verdade.
5 - Não creio que apenas o coronel Ustra fosse o único que pensava que as leis normais não eram suficientes para uma situação de guerrilhas - rural e urbana - que tomavam conta do Brasil.Se .assim fosse, nem poder ele teria para criar exceções nas leis existentes...
6- O senhor como advogado, ex--presidente da OAB, sabe que não deveria rotular o coronel Ustra como torturador, pois nenhum dos processos a que foi submetido - sempre com "testemunhas oculares" das organizações terroristas - não transitaram em julgado.
 
Continuarei amanhã, com os comentários que o senhor faz sobre a Lava Jato

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