04/04/71 – JOSÉ JÚLIO TOJA MARTINEZ - (Major do Exército –  Rio de Janeiro)
A série que a Globo lançará em abril "Os Dias Eram Assim" certamente omitirá , como faz sempre,as emboscadas ,os assassinatos , assaltos a bancos, ataques a quartéis , explosões de bombas , sequestros de autoridades estrangeiras e  " justiçamentos"  até de companheiros das organizações terroristas - cerca de 30 - que atuavam na décadas de 60 e 70, em guerrilhas rural e urbana, na tentativa de derrubar o regime militar e implantar uma ditadura do proletariado. Mesmo com anos e anos de doutrinação, nós já sabemos que os dias não eram bem assim como eles mostraram
O povo já acordou e sabe que OS DIAS NÂO ERAM ASSIM e por mais que a Mídia  tente fazer desses subversivo-terroristas heróis está cada vez mais difícil "engolir'  a história que eles  querem lançar  como verdadeira e oficial
Casos como o do José Júlio Toja Martinez foram frequentes 
                        (TRANSCRITO DE WWW.AVERDADESUFOCADA.COM    - Por Azambuja 
No início de abril, a Brigada Pára-quedista recebeu uma denúncia de que um casal de terroristas ocupara uma casa localizada na rua Niquelândia, 23, em Campo Grande/RJ. Não desejando passar esse informe à 2ª Sessão do então I Exército, sem aprofundá-lo, a 2ª Sessão da Brigada, chefiada pelo major Martinez, montou um esquema de vigilância sobre a citada residência. Por volta das 23 horas desse dia, chegou, num táxi, um casal, estacionando-o nas proximidades da casa vigiada. A mulher ostentava uma volumosa barriga que indicava estar em adiantado estado de gravidez. O fato sensibilizou Martinez, que, impelido por seu sentimento de solidariedade, agiu impulsivamente visando  preservar a “senhora” de possíveis riscos.
Julgando que o casal nada tinha a ver com a subversão, Martinez iniciou a travessia da rua, a fim de solicitar-lhe que se afastasse daquela área. Ato contínuo, de sua “barriga”, formada por uma cesta para pão com uma abertura para saque da arma ali escondida, a mulher retirou um revólver, matando-o instantaneamente, sem qualquer chance de reação. O capitão Parreira, de sua equipe, ao sair em sua defesa foi gravemente ferido por um tiro desferido pelo terrorista. Nesse momento, os demais agentes desencadearam cerrado tiroteio que causou a morte do casal de terroristas. Estes foram identificados como sendo os militantes do MR-8 Mário de Souza Prata e sua amante Marilena Villas-Bôas Pinto, ambos de alta periculosidade e responsáveis por uma extensa lista de atos terroristas.
No “aparelho” do casal foram encontrados explosivos, munição e armas, além de dezenas de levantamentos de bancos, de supermercados, de diplomatas estrangeiros e de generais do Exército.
O major Martinez.  deixou viúva e quatro filhos, três meninas e um menino, a mais velha, à época, com onze anos de idade.veram.
A família de Marilena Villas-Boas  e Mario de Souza Prata  foram indenizadas pelo governo federal.
A história completa pode ser lida no livro A Verdade Sufocada - Autor Carlos Alberto Brilhante Ustra - 13ª edição - pag 412 a 419

 

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