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COMO O SR. GABEIRA PARECEM QUE SE REGENERARAM E AGORA ADOTAM UMA POSTURA CONTRA OS "COMUNISTAS/VERMELHOS"; ALIÁS O QUE ELE FALA NESSE SEU ÚLTIMO DEPOIMENTO É TUDO VERDADE DE FATO O "PSOL É O NOVO PT       ( Embora isso não queira dizer que domine o assunto)
Aí é que está o problema. A esquerdopatia regenerar-se ou curar-se (?). Pode ser , pois o Gorbachev também é agora defensor da social democracia na Rússia. É verdade aparente a sua (e também a dele) consideração, e não causa espanto ver  que ele fala e impressiona bem. O meu comentário não se baseia na fala dele, que está ótima, dá mesmo a impressão de que o PSOL seja um novo PT, mas no mundo todo e mesmo no Brasil, as esquerdas do PT não são as mesmas esquerdas do PSOL, que saiu do PT e foi fazer o seu inferninho noutro lugar.  Mas todos são vermelhos? Sim.
 Mas de linhas diferentes. Sempre foram. Pode mesmo virem a formar uma aliança tática, mas são socialismos diferentes,  o PT teve sempre domínio de linhas marxistas, o PSOL , mesmo sendo comunista é de linha originariamente vinda de Leon Trotsky, que foi mandado assassinar  por Stalin. Essa diferença talvez não possa ser entendida pelo Vereza, ou por outros que veem o fato de que o PT possa  querer refazer-se através  do PSOL, entretanto se a situação for vista com mais esmero e domínio do assunto, PT e PSOL são ideologias dentro do comunismo, mas tecnicamente, têm fundamentos diferentes. E eu diria até que, nos dias de hoje, o PSOL estaria mais Perto do Solidariedade da Polônia, e menos perto da burocracia soviética, aparentemente escondida , mas  sem o antigo politiburo da URSS. 
                                    "SEU ÚLTIMO DEPOIMENTO É TUDO VERDADE DE FATO O "PSOL É O NOVO PT." (ipsis verbis)
 
A afirmação está quase certa, mas são coisas diferentes. O PT pode querer montar no PSOL e até o PSOL aceitar por questão de ter apoio, assim como o PSB, o PC do B, o PCB, de modo velado ou aberto devem estar dando a maior força para o PSOL no Rio e Janeiro, são esquerdas, já eu havia falado. Mas, estudada a questão e passando-se o tempo, o Senhor há de ver que são conceitos diferentes dentro dos marxismos independentes, ou novos marxismos,  mas que podem unir-se, mesmo coligar-se, parecendo que marxismo é tudo a mesma coisa, mas eles sabem as diferenças entre si. Sua afirmação está certa quanto à boa ação do Vereza, mas ele, que sempre foi esquerdista, não conhece de marxismo tanto quanto é um analista do assunto. Mas pode ser útil, e muito útil, está sendo porque, de noite , todos os gatos são pardos.
 
P.S. O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) é um partido político brasileiro fundado em julho de 2004, mas de tendência radical e de base originariamente trotskista (IV Internacional) . Sua criação foi impulsionada por dissidências do Partido dos Trabalhadores (PT) que alegaram discordar das políticas dele, tidas como conservadoras e de direita, bem como das alianças amplas e fisiológicas, se opondo às decisões liberais do governo Lula e as alianças do PT com polêmicos políticos de direita, O ápice deste confronto foi quando o governo federal mandou a proposta de Reforma da Previdência e orientou sua bancada na Câmara dos Deputados  votar pela aprovação do projeto. Por entenderem que o projeto tiraria direitos dos servidores públicos por instituir a cobrança de contribuição dos já aposentados, Luciana Genro, Heloísa Helena, Babá e João Fontes votaram contra o projeto e por isso foram expulsos do PT numa reunião do diretório nacional. No PSOL também há dissidências do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), que romperam com este por outros motivos. O PSOL é tido como um partido de esquerda ampla, pois, não funcionando por centralismo democrático, agrega diversas correntes internas desde reformistas até revolucionárias.
Dentro do PSOL, há uma polarização que aumenta ao longo dos anos, fazendo as diversas correntes se organizem em dois blocos opostos: a Unidade Socialista (US), agrupamento que dirige nacionalmente o partido e que aplica políticas mais moderadas e polêmicas, comparadas ao petismo, e o Bloco de Esquerda (BE), agrupamento mais radical e ainda mais à esquerda, que dirige o partido em alguns estados e que, baseando-se no programa e no estatuto do partido, critica fortemente a direção nacional e suas práticas. Por isso que, dependendo da região do país, o espectro político do PSOL se altera, manifestando-se no discurso, nas práticas e nas alianças. 
No movimento sindical, as correntes internas do PSOL atualmente se organizam na CSP-Conlutas, na Intersindical ou independentes de centrais. No movimento estudantil, organizam-se também em vários coletivos políticos, como o RUA - Juventude Anticapitalista (Insurgência), Vamos à Luta! (CST), Juntos! (MES), JSOL (APS-CC), Pajeú (APS-NE), Domínio Público (1º de Maio), Coletivo Construção (LSR), entre outros. Quase todos compondo a Oposição de Esquerda dentro da União Nacional dos Estudantes (UNE), entidade que há anos é dirigida pela União da Juventude Socialista (UJS), movimento juvenil do PCdoB, e por aliados desta.
O PSOL defende um socialismo democrático, em que o capitalismo deve ser derrubado, por seu papel em prejudicar o meio ambiente, criando guerras, e aumentando a desigualdade social. O partido considera a produção em uma sociedade capitalista como egoísta e destrutiva, que visa ao lucro apenas, ameaçando assim todas as formas de vida na Terra. O PSOL apoia a união dos trabalhadores e dos seus direitos. Ele acredita que o aborto deve ser legal em algumas circunstâncias e se propõe a uma regulamentação do cultivo e comércio da maconha, junto à uma política de conscientização e educação sobre do consumo. Em 2014, se apresentou pela terceira vez nas eleições presidenciais. Após as candidaturas presidenciais de Heloísa Helena (2006) e de Plínio de Arruda Sampaio (2010), foi a vez de Luciana Genro, nome apoiado por unanimidade na Convenção Eleitoral do partido e também apoiado por partidos sem registro no TSE, como o PCR, a Refundação Comunista e as Brigadas Populares. Desde a eleição de 2014, o PSOL foi o terceiro partido que mais cresceu em número de filiados. Através das diversas eleições, dos parlamentares psolistas e dos movimentos onde o PSOL atua, este faz oposição de esquerda aos governos e à maior parte das políticas que se manifestam no congresso e no parlamento.
 

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