Cel Art Rfm Flavio Souza
Postado por
Cel Cícero Novo Fornari
04 Jul 2016
Cemitério clandestino ? Artigo do Cel Art Refo Flavio Souza.
Data: 03/07/2016 
No Exército Brasileiro (EB) do passado assim como do presente prepondera a honra, a coragem e a exação no cumprimento do dever. Infelizmente, há períodos na história pátria em que maus brasileiros tentam violentar as leis e a democracia e encontram, tal qual um escudo da Pátria, quem a eles se oponham: os militares do EB. Do entrevero inevitável, o bem sempre tem saído vitorioso, mas o registro histórico muitas vezes não se faz justo. Da conjuntura conturbada emergem adversários covardes que inconformados com as derrotas que lhes são impostas não aceitam a pacificação que CAXIAS nos legou e buscam a continuidade da luta empunhando a MENTIRA como sua principal arma, e é nessa batalha que conseguem suas vitórias, pois no lamaçal da falsidade os militares não são hábeis combatentes, máxime quando encontram pela frente membros de outras instituições com propósitos inconfessáveis. Na leitura da mensagem abaixo torna-se fácil identificar exemplos do que seja um verdadeiro militar do EB: o citado Coronel USTRA e o seu autor, Coronel Flávio Souza.
REPORTAGEM DO FANTÁSTICO.
Cemitério clandestino
? Artigo do Cel Art Refo Flavio Souza
MEUS AMIGOS!
Assisti neste último domingo reportagem da Globo falando sobre cemitério clandestino em SÃO PAULO onde supostamente o Exército teria sepultado terroristas mortos e até hoje tidos como “desaparecidos. Ali estariam sepultados, segundo a reportagem, centenas deles. A história teria início nos anos 90 quando um repórter sem expressão em início de carreira com gosto especial para o sensacionalismo, teria descoberto tal cemité rio. Ali foram encontradas ossadas de milhares de pessoas que teriam si do enterradas como indigentes. Dentre elas as de centenas de “pessoas inocentes” que teriam sido presas, torturadas e mortas pelos órgãos de segurança do Exército. 
 
Com muito orgulho quero dizer que sou um dos últimos Oficiais do EB que integrava os quadros do DOI /CODI/II Ex, em São Paulo. Ali servi sob o Comando do Coronel USTRA e juntos vivemos o auge das ativida des terroristas em SP, onde semanalmente várias baixas para os terroristas aconteciam. 
Posso lhes assegurar que jamais eliminamos qualquer deles dentro das dependências do DOI, jamais elimina mos qualquer deles a sangue frio. Uma das principais diferenças entre a repressão acontecida aqui entre nós e a que houve no CHILE e na ARGENTINA é que por aqui não tivemos a figura dos “desaparecidos”. Quem viveu em SP nos anos 60/70, é testemunha de que os jornais publicavam todas as mortes acontecidas naquele período, fruto da batalha que se travava entre as forças de segurança e os terroristas. O próprio Comando do Segundo Exército fazia questão que fosse dada a maior publicidade sobre esses acontecimentos.
O cemitério da Vila Perus era o que a Prefeitura de São Paulo usava para sepultar indigentes. E quem era indigente? Indigente é todo aqueles que é encontrados nas ruas, vivo ou morto, e sobre os quais não se tem qualquer dado de qualificação e cujos corpos não são reclamados por quem quer que seja.
Agora um detalhe da maneira de operar dos terroristas: quando em operação nenhum deles portava identida de ou se portava era falsa e usavam codinomes para se protegerem ou aos seus familiares ou aos seus
companheiros de organização. 
Assim em muitas situações os mortos não tinham como ser identificados e eram encaminhados ao IML que após os procedimentos de praxe e esperar por algum tempo por parentes, e isso não acontecendo, os corpos 
eram catalogados como indigentes e mandados para o cemitério da Vila Perus, daí as centenas de sacos com ossadas encontrados nas valas comuns abertas.
Em outras situações os terroristas feridos durante uma perseguição, mas que conseguiam escapar vindo a falecer mais tarde, eram abandonados por seus comparsas que tinham o cuidado de não deixar qualquer vestí gio, documento ou pista que permitissem sua identificação. O corpo era recolhido ao IML e como não aparecia ninguém para reclama-lo era sepultado como indigente. 
Mas, o repórter, em busca dos seus cinco minutos de fama, não deu as explicações necessárias ao bom enten dimento da reportagem preferindo mentir e atribuir ao Exército a responsabilidade por aquelas mortes.
Sei que o EB não vai manifestar-se sobre isso. 
Como um dos remanescentes do DOI/CODI/II Ex, e na ausência do Coronel USTRA, sinto-me na obrigação de fazer esses esclarecimentos para que não denigram a imagem do EB. Para que não nos culpem de coisas que não fizemos. Não temos vergonha do que fizemos, ao contrário muito nos orgulhamos de ter cumprido missão tão importante para o Brasil. 
Quero deixar claro que somos pessoas dotadas de sentimentos. Temos família, esposa e filhos. Somos temen tes a Deus e sabemos de nossas responsabilidades. Somos brasileiros e acima de tudo patriotas. Na nossa profissão algumas vezes para cumprir nossas missões, temos que tomar atitudes que contrariam a nossa natureza e a nossa índole, e podem chocar algumas pessoas que não entendem isso. Mas nem por isso somos animais.
Forte abra ço.
“À Pátria tudo se dá, nada se pede, nem mesmo compreensão!”

Leia n o Livro A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça  - Mais sobre o assunto : A VALA DE PERUS  PÁGINAS 507 a 516