Por Marco Balbi

Meus amigos! Mais uma vez indignado com o jornalista Ancelmo Gois e o tratamento que tem dispensado ao falecido Cel Ustra enviei o texto abaixo para o jornal e para o mesmo. 

Sou assinante do jornal O Globo há muitos anos. Sempre houve uma coluna no jornal, ancorada por um jornalista de destaque, com as características da atual Coluna do Ancelmo. Mas, não me lembro de nenhuma delas que concedesse generosas notas favoráveis à esquerda, como o faz hoje. De início pensei se tratar, o responsável pela coluna, de um mero companheiro de viagem ou inocente útil, aproveitando-se do modismo politicamente correto gramscista. Mas hoje concluo que ele é um militante da causa comunista como agente treinado nas escolas da antiga URSS, conforme já declarou em entrevista. Só isso pode explicar a sanha revanchista em relação a todos aqueles que combateram a guerra interna de 1968 a 1974. Só para ficar nas últimas assertivas, infelizes, chamou o Cel Ustra de sicário e hoje o denomina "assassino de aluguel da ditadura"! O então Major Ustra recebeu a missão de chefiar um órgão de inteligência que centralizou as ações de combate ao terrorismo e à guerrilha urbana, obtendo êxito no período que lá permaneceu recebendo elogios de seus superiores e alta condecoração militar. É um acinte à memória do oficial e ousaria dizer um acinte a todos os agentes do Estado que com coragem física e moral cumpriram aquela missão. E a toda a sociedade brasileira ordeira e trabalhadora que em momento algum apoiou apátridas que hoje posam de "democratas" apoiados por influentes personalidades da mídia como é o caso da Coluna do Ancelmo. Até quando a direção do jornal O Globo vai dar espaço para que este desiderato seja cumprido? A memória do Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra, sua família, seus amigos e companheiros repudiam o tratamento concedido ao mesmo. Oportuno lembrar que a sanha revanchista ousou levar aos tribunais, contrariando a Lei da Anistia em vigor, nos quais não houve qualquer ação condenatória.