Como todo mentiroso, nem consegue
olhar de frente...

A respeito da matéria abaixo, a editoria do site www.averdadesufocada.com  não poderia deixar de fazer estes pequenos comentários 
Marival Alves do Canto e suas mentiras.
Por experiência própria sei que ele mente desbragadamente.Quando a Veja publicou  uma reportagem, inclusive sendo capa o sr Marival , há alguns anos atrás, a veja e outros jornais vasculharam o local embaixo da ponte e nada foi encontrado. O rio, quase um riacho, segundo o que foi verificado na época, não tinha profundidade para esconder o corpo de um homem e muito menos correnteza para arrastá-lo para outro local.
Não me lembro de muitos detalhes que ele disse na época, mas pelo que sempre pesquisei e continuo pesquisando, muitos detalhes poderiam ser desmascarados.
Ele é useiro e vezeiro em sair com invenções  e como não pesquisa datas se vê logo suas mentiras. Agora, há pouco tempo, durante as "averiguações"  da Comissão da inverdade ele andou afirmando que viu o coronel Ustra  no DOI , no dia que Herzog se suicidou. O coronel Ustra fora designado para  servir em Brasília em janeiro de 1974 e o suicídio de Herzog foi em 1975. Tenho absoluta certeza que meu marido se encontrava em Brasília. Soubemos pela TV e comentamos o fato por mais de um dia . 
" EX-CHEFE DO DOI-CODI É DENUNCIADO POR HOMICÍDIO E OCULTAÇÃO DE CADÁVER
O DOI-CODI FOI UM DOS PRINCIPAIS CENTROS DE TORTURA E REPRESSÃO AOS ADVERSÁRIOS DO REGIME"

 

Publicado: 23 de dezembro de 2015 às 10:57
Redação
O ex-chefe do DOI-Codi em São Paulo Audir Santos Maciel foi denunciado pelo Ministério Público Federal pela suspeita de homicídio e ocultação do cadáver do militante político José Montenegro de Lima durante a ditadura militar. O DOI-Codi foi um dos principais centros de tortura e repressão aos adversários do regime.
Segundo a Procuradoria, o militante do PCB -conhecido como Magrão- foi assassinado em 29 de setembro de 1975 com uma injeção usada em sacrifícios de cavalos e teve seu corpo atirado no rio Novo, em Avaré (267 km de São Paulo). O corpo nunca foi encontrado.

Ainda de acordo com a denúncia, Magrão havia recebido US$ 60 mil para montar a estrutura para a produção do jornal "Voz Operária", do Partido Comunista Brasileiro. Ao saber dos recursos, diz a Procuradoria, uma equipe do DOI-Codi prendeu o militante, o matou e, depois, foi à casa dele para pegar o dinheiro, que, afirma, foi dividido entre a cúpula do órgão repressivo.

Para o MPF, a ação foi planejada pelo então tenente-coronel do Exército Santos Maciel, que teria ele próprio executado Magrão em um centro clandestino de torturas localizado na rodovia Castello Branco, no município de Araçariguama (53 km de São Paulo). A denúncia é fruto do depoimento do ex-agente do regime militar Marival Chaves Dias do Canto. "Além disso, o cargo de chefia ocupado pelo militar lhe garantia ciência e pleno domínio dos fatos, bem como autoridade direta sobre os agentes que participaram da morte do militante", diz a Procuradoria.

O militar foi denunciado pelo crime de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e mediante recurso que tornou impossível a defesa da vítima, e ocultação de cadáver.

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