Novo delator pode derrubar Dilma Rousseff e PT
Júlio Faerman chega para o baile de Sérgio Moro
Júlio Faerman fechou acordo de delação premiada com os procuradores da Operação Lava Jato e espera apenas a homologação da Justiça para contar o que sabe. Por enquanto, informou o Correio Braziliense, sua defesa preferiu manter o silêncio na CPI da Petrobras.
Faerman é o lobista da construtora holandesa de navios SBM Offshore, empresa que admitiu ter pago, por meio dele, 139 milhões de dólares em propinas para funcionários da estatal.

O delator Pedro Barusco contou que Júlio Faerman repassou 300 mil dólares em propinas à campanha de Dilma Rousseff, em 2010, por meio do tesoureiro petista João Vaccari Neto, o que pode acarretar até a extinção do PT por receber dinheiro do exterior.

Dilma Rousseff, em entrevista a uma emissora de televisão francesa, afirmou:

“Estão tentando envolver a minha campanha. Não existe nenhum indício que o prove. Não só em 2010, mas também em 2014.”

Dilma está tensa. Um dos indícios da sujeira de sua campanha está prestes a ser confirmado por Faerman para o juiz Sérgio Moro.

Como disse o outro delator do esquema internacional da SBM, Jonathan David Taylor:

“Se tudo isso tivesse sido descoberto mais cedo, Dilma Rousseff não seria presidente.”

Recordar é viver:

 

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