Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Ultimamente, as mensagens de que o PT afunda mergulhado até a pleura em todas as colossais falcatruas que levaram a Nação à atual e escandalosa bancarrota, proliferam na mídia e na internet.
Os “otimistas” volta-e-meia abordam com prazer o possível impeachment da “sem neurônio”.
As boas notícias pululam a rodo.

Muitos, na sua esperança de um Brasil melhor, acreditam em milagres e difundem as incontáveis notícias de que o PT está nas últimas.
Apoiam–se, os “esperançosos” nos estupendos e inacreditáveis rombos e dívidas do País no cenário nacional e internacional. Para eles a M... é tão grande que, em pouco tempo, a Nação despertará para a sua desmoralizada posição no cenário mundial.

Todos sabem que o “petrolão” é apenas a ponta de um imenso iceberg, pois em cada setor manuseado pelo desgoverno algo de muito podre está em gestação.
O BNDES tem um rombo de 1 trilhão de reais. O Brasil deve para órgãos internacionais, a debacle econômica é irreversível, os impostos assolam a população e não pagamos para respirar apenas porque o desgoverno não possui a máquina que controlasse a nossa respiração, pois no resto ele vai fundo em nossos bolsos.

Como os “otimistas”, sobre o adeus do lulo - petismo - social - sindicalista, esperamos que a canalha desapareça do País, antes que percamos qualquer possibilidade de crescer como Nação com destino grandioso.

Contudo, basta verificarmos como o desgoverno domina áreas diversas, inclusive o Congresso e o Judiciário para sabermos que as denúncias, por mais tenebrosas e comprovadas que sejam, fatalmente cairão em desgaste e o tempo as enterrará sem que os grandes culpados sejam punidos.

Certamente, os “pica–fumos” deverão sofrer alguma sanção, mas apenas isto, e o desgoverno prosseguirá na sua rota de comunização nacional.

Hoje, não vemos nenhuma hipótese de expulsão do petismo do País pela via democrática, a não ser pela força das armas, mas para tanto, seria necessária a existência de grupos, classes, categorias que se posicionassem contra o desgoverno, porém, infelizmente, tais entidades, não existem.

O desgoverno domina todos os sindicatos, instrumentos pelo quais os integrantes dos diversos grupos se solidarizam. Assim, a hipótese de uma ação armada contra os comunistas dificilmente ocorrerá.

Desta forma, e eles sabem disso, a única possibilidade de obstruir o inexorável comunismo no Brasil, significando sua debacle econômica e moral, seria uma instituição com credibilidade, como as Forças Armadas se revoltarem contra a degradação da Nação e decidirem, de novo, porém com maior cuidado, expurgar este cancro que infecta a nossa pobre nação.

Infelizmente, a perseguição que os ex-agentes sofreram nas últimas décadas e o revanchismo asqueroso (basta que se leia o unilateral e mentiroso relatório da Comissão Nacional da Verdade) testemunhado submissamente pela própria sociedade tem causado uma terrível e covarde omissão, pelo silencio das Forças Armadas; contudo, a indignação, o amor à Pátria e o nacionalismo podem ressurgir no coração dos militares e ocorrer o temor que os comunistas possuem de sua expulsão.
Tanto que o revanchismo procura anular a capacidade de qualquer reação das Forças Armadas, mas por quanto tempo conseguirá, nem Deus sabe.

Brasília, 11 de fevereiro de 2015

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