Os agentes chamados para depoimento perante
à Comissão Nacional da Verdade estão certos quando
se recusam a falar. Esta história já está escrita e,
na realidade essa CNV não quer ouvir o que os militares
sabem e querem dizer!

Tribunal Revolucionário” nas matas do Araguaia

A Verdade Sufocada - A História que a esquerda não quer que o Brasil conheça - Carlos Alberto Brilhante Ustra - 10ª edição Páginas 399/400

“Com o pretexto de não dispor de uma estrutura administrativa que lhes permitisse isolar desertores, elementos não colaboradores ou militares eventualmente caídos prisioneiros ou feridos, as Forças Guerrilheiras do Araguaia (FOGUERA) constituíam os “Tribunais Revolucionários” para “julgar” e “justiçar” indesejáveis. A esse poder supremo são creditadas as mortes de Rosalindo de Souza (Mundico), militante desertor, e dos moradores locais: Osmar, “Pedro Mineiro” e “João Mateiro”.
A eliminação fria de inimigos foi tacitamente admitida no Relatório Arroyo - Editora Anita Garibaldi - 1996.”
“Justiçamento” de João Pereira - 29/06/1972
 Com a prisão e a confissão de Pedro Albuquerque, militante que abandonara a área de guerrilha e fora preso em Fortaleza, os órgãos de segurança tiveram a certeza da presença de guerrilheiros na Região do Araguaia. Enviaram, então, uma equipe para localizar a área onde os guerrilheiros estavam instalados.
  Ao encontrarem a casa de Antônio Pereira, um mateiro que morava nos confins da Picada de Pará da Lama, a 100 km de São Geraldo, esse ofereceu o filho de 17 anos, João Pereira, para guiar a equipe em seu deslocamento no interior da selva. Com certa relutância a equipe aceitou o oferecimento. O rapaz guiou a equipe por uma manhã, das 5 horas até ao meio-dia. 
Descoberta a colaboração do jovem, integrantes da guerrilha do PCdoB, em 29 de junho de 1972, foram à casa do seu pai, prenderam-no e, no quintal, na frente de seus genitores, cortaram primeiro uma de suas orelhas, depois a outra, seus dedos, suas mãos e, finalmente, acabaram com a tortura do menino. Mataram-no com uma facada. Somente o pai assistiu a morte do filho. A mãe, há muito, já perdera os sentidos.
A tortura e a morte do rapaz deveriam servir de exemplo para que nenhum outro mateiro auxiliasse as autoridades na busca dos guerrilheiros.
Segundo o relatório de Ângelo Arroyo, um dos chefes dos guerrilheiros na região: “A morte desse bate-pau causou pânico entre os demais da zona”.
Observação: “bate-pau”, termo usado para designar o guia, o mateiro.(...)

(...)“Justiçamento” de Rosalindo de Souza , “Mundico” - 16/08/1973

Mundico, militante do PCdoB, participou ativamente do movimento estudantil. Formou-se advogado na Faculdade Cândido Mendes. Em abril de 1971, foi para Caianos participar da Guerrilha do Araguaia, como comandante do Destacamento C.
Morreu em setembro de 1973 e, para sua morte, seus companheiros têm versões diferentes.
Para o Relatório Arroyo: “... a morte de “Mundico”, do C, por acidente, com a arma que portava”.
Para Elza Monerat, em depoimento no Congresso: “Parece que sua morte não teria sido acidental. Teria sido assassinado por um “bate-pau”.
Existe uma terceira versão entre os companheiros do PCdoB de que teria se suicidado.
José Antônio de Souza, irmão de “Mundico”, auditor fiscal em Ilhéus, declara:“Acho muito estranho falar em acidente de armas com Rosalindo, pois todo mundo sabe que ele tinha muita experiência como caçador e era exímio atirador.”

Nos arquivos do DOPS/SP consta que ele foi justiçado pelos companheiros em 16 de agosto de 1973.
(Fonte:
http://www.desaparecidospoliticos.org.br/araguaia).

 Por que será que para a CNV somente a versão que não é dos militares é aceita como verdadeira?

Para entender melhor a matéria leia no link abaixo versão mais "suavizada" da morte João Pinheiro e mais uma versão da morte de Mundico, que contraria o Relátório de Ângelo Arroyo, um dos chefóes da Guerrilha do Araguaia.

http://www.averdadesufocada.com/index.php/luta-armada-especial-100/11447-220914-uma-confissao-apos-quatro-decadas

Comentários  
#7 Roberto Albernaz 23-09-2014 05:52
É uma piada esse circo montado onde todos os integrantes faziam parte da ala vermelha que tentavam impor o comunismo no Brasil nas décadas de 60/70.A população de hoje está perdida e anestesiada pelas hipocrisias criadas por essa " Comissão ",onde a atual representante do governo hipócrita participou ativamente de sequestros,assa ltos e terrorismo(expl osivos).Mas seus tempos de glórias estão acabando e será reconhecida pelo péssimo desempenho e ladroagem (Petrobrás).Uma mulher que comandava grupos extremistas terroristas,não poderia governar nem uma loja de R$1,99 quanto menos o Brasil.Não consigo entender como ainda tem gente que vota nesses hipócritas e acreditam em tudo o que falam!!
#6 Tiago 23-09-2014 00:56
Toda essa mazela da nossa história é culpa da lei da anistia. Antes não existisse, que prendessem os torturadores (pouco me importando as desculpas e motivações) e também os terroristas. O Brasil seria muito melhor
#5 murilo 22-09-2014 21:43
Acho que o maior erro não foi ter exposto esse pessoal para toda a nação, o que fizeram, o que queriam.
Não teriam voltado 30 anos depois !
#4 Adilson 22-09-2014 21:11
O tranco será forte ! Ainda podemos mudar essa aberração .
#3 Vaulber B. Pellegrin 22-09-2014 18:19
Foi o maior erro do do regime, dar anistia a terroristas!!!
#2 Dalton C. Rocha 22-09-2014 14:04
Hoje na Folha de São Paulo e no site http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/186868-o-primeiro-povo-indigena-anistiado.shtml tem calúnias contra os militares, desta vez vindas e um índio. Quem mandou o adúltero general João Figueiredo anistiar esta gente?
#1 carlos I.S. Azambuja 22-09-2014 12:45
Isso não interessa à Omissão da Verdade!
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