Elisa de Quadros Sanzi - "Sininho".
Uma das líderes das manifestações
No final da matéria, leia no link, mais
sobre o assunto, e veja onde estes
atos podem nos levar!... 

Grupo é acusado de ser responsável por destruição de ônibus e patrulha
Por Sérgio Ramalho – O Globo - 19/07/14  
Protesto contra a prisão dos ativistas envolvidos em violência em manifestações
Por Domingos Peixoto - 15/07/14 / Agência O Globo
RIO — A denúncia apresentada à Justiça pelo Ministério Público contra 23 manifestantes acusados de violência em protestos diz que eles pretendiam incendiar a Câmara dos Vereadores. De acordo com o MP, uma pessoa ouvida no inquérito teria presenciado a ativista Elisa Quadros, a Sininho, incentivando manifestantes a levarem recipientes de gasolina para o local, para que o prédio fosse incendiado.
Ainda de acordo com a denúncia, os 23 ativistas praticaram crimes de associação criminosa, dano qualificado, resistência, lesões corporais, posse de artefato explosivo e corrupção de menores.

O grupo, classificado como quadrilha, vinha sendo investigado desde setembro de 2013. Entre os crimes atribuídos pela polícia a seus integrantes, estão a destruição de ônibus, de uma patrulha da PM na Glória, a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Band (atingido por um rojão durante um protesto em fevereiro passado), e danos a 500 coletivos durante uma greve dos rodoviários. Uma lista com endereços das garagens atacadas foi encontrada na agenda de Sininho, que tinha papel de liderança na Frente Independente Popular (FIP), juntamente com Camila Jourdan, Luiz Carlos Rendeiro Junior e outros.

POLÍCIA FAZ BUSCAS MAS NÃO ENCONTRA MANIFESTANTES 

Policiais civis de diferentes delegacias especializadas, com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais, fizeram diligências ontem de manhã para tentar capturar 18 dos 23 ativistas que tiveram a prisão preventiva decretada na noite de sexta-feira pelo juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal. 

Segundo a Polícia Civil, a busca se encerrou às 11h sem que ninguém fosse encontrado. Dos 23 ativistas que tiveram a prisão decretada, cinco já estavam presos: Elisa Quadros, a Sininho, Camila Aparecida Rodrigues Jourdan, Igor Pereira D' Icarahy e os acusados pela morte do cinegrafista Santiago Andrade — Fábio Raposo Barbosa e Caio Silva Rangel. Os outros 18 foram beneficiados por habeas corpus concedidos pelo desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal, na semana passada. Tiago Teixeira Neves da Rocha e Eduarda Oliveira Castro de Souza deixaram a prisão neste sábado de manhã também, graças a decisão de Darlan. Os dois, entretanto, não foram denunciados pelo MP. 

JUIZ DEFENDE PRISÕES 

O juiz Flávio Itabaiana disse que decretou a prisão, que pode durar até o julgamento, para garantia da ordem pública e qualificou o grupo como perigoso. Em nota, afirmou que “uma das hipóteses previstas no artigo 312 do Código de Processo Penal autoriza a decretação da prisão preventiva, qual seja, a garantia da ordem pública. Tal hipótese se encontra presente em virtude da periculosidade dos acusados, evidenciada por terem forte atuação na organização e prática de atos de violência nas manifestações”. 

Os 18 foragidos são: Luiz Carlos Rendeiro Junior (o Game Over), Gabriel da Silva Marinho, Karlayne Moraes da Silva Pinheiro, Eloisa Samy Santiago, Igor Mendes da Silva, Drean Moraes de Moura Corrêa, Shirlene Feitoza da Fonseca, Leonardo Fortini Baroni Pereira, Emerson Raphael Oliveira da Fonseca, Rafael Rêgo Barros Caruso, Filipe Proença de Carvalho Moraes, Pedro Guilherme Mascarenhas Freire, Felipe Frieb de Carvalho, Pedro Brandão Maia, Bruno de Sousa Vieira Machado, André de Castro Sanchez Basseres, Joseane Maria Araujo de Freitas e Rebeca Martins de Souza.

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Dois ativistas são soltos, mas 18 continuam foragidos
Diligências foram feitas, mas ninguém foi preso
Por Márcio Menasce / Marco Moreira - 19/07/14
 Protesto contra a prisão dos ativistas envolvidos em violência em manifestações
Por Domingos Peixoto - 15/07/14 / Agência O Globo
RIO - Policiais civis, de diferentes delegacias especializadas, com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), realizaram diligências na manhã deste sábado na tentativa de prender 18 dos 23 ativistas que tiveram prisão preventiva decretada na noite de sexta-feira pelo juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal. Eles são acusados de atos violentos durante protestos na cidade e respondem por associação criminosa armada (formação de quadrilha). Segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil, a busca se encerrou por volta das 11h, sem que ninguém fosse encontrado.

Dos 23 ativistas que tiveram a prisão preventiva decretada, cinco já estavam presos. São eles: Eliza Quadros, conhecida como Sininho; Camila Aparecida Rodrigues Jourdan; Igor Pereira D' Icarahy; e os dois acusados pela morte do cinegrafista Santiago Andrade, Fábio Raposo Barbosa e Caio Silva Rangel. Outros dois ativistas que também estavam presos e não entraram na lista dos 23 com prisão decretada foram soltos no início da tarde deste sábado. Tiago Teixeira Neves da Rocha e Eduarda Oliveira Castro de Souza foram beneficiados por habeas corpus concedido pelo desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal, na sexta-feira. A decisão também incluía os ativistas Eliza Quadros, Camila Jourdan e Igor Pereira D' Icarahy, mas estes não foram soltos devido ao mandado de prisão preventiva.(...)

(...)De acordo com a investigação policial, há escutas telefônicas que comprovariam a compra de fogos de artifício por Elisa Quadros que seriam usados em manifestações. Durante as diligências, teriam sido encontradas bomba, pólvora e garrafas com gasolina na casa onde estavam outros dois acusados, Camila Jourdan, coordenadora da pós-graduação de filosofia da Uerj, e de Igor D’Icarahy.

OS 23 DENUNCIADOS PELO MPRJ

Elisa De Quadros Pinto Sanzi, Vulgo "Sininho”, Luiz Carlos Rendeiro Junior, Vulgo "Game Over”, Gabriel da Silva Marinho, Karlayne Moraes da Silva Pinheiro, Vulgo "Moa", Eloisa Samy Santiago, Igor Mendes da Silva, Camila Aparecida Rodrigues Jourdan, Igor Pereira D’Iicarahy, Drean Moraes de Moura Corrêa, Vulgo "DR", Shirlene Feitoza da Fonseca, Leonardo Fortini Baroni Pereira, Emerson Raphael Oliveira da Fonseca, Rafael Rêgo Barros Caruso, Filipe Proença de Carvalho Moraes, Vulgo "Ratão", Pedro Guilherme Mascarenhas Freire, Felipe Frieb de Carvalho, Pedro Brandão Maia, Vulgo "Pedro Punk", Bruno de Sousa Vieira Machado, André de Castro Sanchez Basseres, Joseane Maria Araujo de Freitas, Rebeca Martins de Souza, Fabio Raposo Barbosa, Caio Silva Rangel.

O Ministério Público não incluiu na denúncia os indiciados Luiza Dreyer de Souza Rodrigues, Gerusa Lopes Diniz, Ricardo Egoavil Calderon, Vulgo “Karyu”, Tiago Teixeira Neves da Rocha e Eduarda Oliveira Castro de Souza, por entender que não existem nos autos elementos seguros no sentido de atestar sua participação na incitação da prática de condutas criminosas ou, de qualquer modo, na prática direta de tais condutas.

 http://www.averdadesufocada.com/index.php/luta-armada-especial-100/11048-170714-mau-sinal

 

Comentários  
#4 Vaulber B. Pellegrin 21-07-2014 16:05
Esse que hoje estão por ai atrapalhando a vida de quem trabalha, estuda, paga impostos absurdos, nada mais é que o subproduto gerado pelos que hoje (des)governam o país, que os militares deixaram entrar pela porta da frente desse país!!!!!
#3 Maria Alice Maranhão 21-07-2014 09:56
( ... )O juiz Flávio Itabaiana disse que decretou a prisão, que pode durar até o julgamento, para garantia da ordem pública e qualificou o grupo como perigoso( ... )_DURA LEX_SED LEX_=_MINISTÉRI O PÚBLICO EM AÇÃO PROMOVENDO A LEI , A ORDEM E OS BONS COSTUMES !!! PARABÉNS !!!
#2 cidadão 20-07-2014 21:51
Próxima eleições ela sai candidata e acreditem! Vai ganhar... Temos só o que não presta na politica nacional, são as escorias da sociedade, as nulidades, assim são mais maleáveis na mão de quem os controla.
#1 Domenico 20-07-2014 21:27
Os atos insanos e desrespeitosos de ativistas e militantes, devem ser denunciados à Justiça,sim ! As manifestações não podem ser de forma agressiva,usand o de terrorismo e vandalismo contra à pessoa do cidadão ou do povo, em geral ! O MP agiu, corretamente !
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